O que tenho visto na quarentena

Artigo de opinião sobre o envolvimento da Igreja com a política partidária

A RES É PÚBLICA, MAS A COSA É NOSTRA - Por Ed René Kvitz

O pastor da Igreja Batista da Água Branca, publicou em sua página no Facebook primeiro em 2012 e em 2014 em meio às eleições daquele ano, repostou o mesmo. Resolvi postá-lo, pois a meu ver, vivemos um momento igual ou ainda mais profundo no que tange a relação entre a igreja e o Estado. Boa Leitura

Prédio da Assembleia de Deus será hospital de campanhas

Unidade ficará responsável por atendimentos clínicos.

Igreja faz leitura completa da Bíblia em live com mais de 72 horas

Objetivo foi incentivar a leitura bíblica e levantar doações para pessoas necessitadas.

Portal Ubuntu Notícias lança vídeo com mensagens de conforto de líderes religiosos

Diante do atual problema da pandemia do Corona Vírus, a blogueira pediu a líderes religiosos de diferentes fés, que gravassem e enviassem uma pequena mensagem de esperança

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Arqueólogos encontram artefatos antigos da época de Esdras e Neemias

Selo e impressão babilônica foram encontrados na Cidade de Davi.

Selo de argila persa (Shai Halevy / Autoridade de Antiguidades de Israel)
Selo de argila persa (Shai Halevy / Autoridade de Antiguidades de Israel)

A Autoridade de Antiguidades de Israel anunciou nesta terça-feira (30) a descoberta de restos arqueológicos da época em que Jerusalém foi invadida pelos babilônios durante o tempo de Esdras e Neemias. Escavações descobriram entre os achados um selo e uma bula usada para assinar documentos.

O achado foi descoberto durante escavação de um local na antiga Cidade de Davi, em Jerusalém, sendo que os dois artefatos foram encontrados ao lado dos escombros de uma estrutura que foi destruída durante o século VI a.C. pelos babilônios.

“Apesar das numerosas escavações realizadas em Jerusalém até o momento, até agora as descobertas reveladas no período persa são extremamente escassas e, portanto, não temos informações sobre o caráter e a aparência da cidade durante esse período”, disseram os pesquisadores responsáveis em comunicado.

As pesquisas são comandadas pelo professor Yuval Gadot, do Departamento de Arqueologia e Culturas Antigas e pelo doutor Yiftah Shalev, da Autoridade de Antiguidades de Israel, que apontaram o quão raro é este tipo de descoberta e que revela o tamanho do estrago durante a destruição promovida pela Babilônia contra Jerusalém.

“A descoberta da impressão de carimbos e selos na Cidade de Davi indica que, apesar da terrível situação da cidade após a destruição, foram feitos esforços para restaurar as autoridades administrativas ao normal e seus moradores continuaram a usar parcialmente as estruturas que foram destruídas”, explicaram.

Segundo a CBN News, a impressão do selo foi encontrada em um grande pedaço de argila, indicando que não era usado para selar um documento, mas algo maior, como um recipiente ou jarro de armazenamento. Na impressão é possível ver a imagem de uma pessoa sentada em uma cadeira com uma ou duas colunas à frente.

Acredita-se que a impressão faça parte de algum selo da cultura babilônica, já que é bem possível que a figura sentada na cadeira seja um rei e as colunas uma referência aos deuses Nabu e Marduk. O selo, que também foi encontrado, é feito de um grande fragmento de cerâmica fabricado localmente.

Outros artefatos também foram encontrados pelos pesquisadores, incluindo um vaso de cerâmica quebrado, decorado com a face do “deus” Bes. Eles destacam que as novas descobertas revelam muitas informações sobre a estrutura da Cidade de Davi.

“As novas descobertas na encosta ocidental da Cidade de Davi acrescentam muita informação sobre a estrutura da cidade durante o período do Retorno a Sião, um período que conhecíamos principalmente da literatura bíblica (os livros de Esdras e Neemias). A escassez das descobertas deste período dificultou a compreensão do status e da extensão da cidade. As descobertas da escavação do estacionamento de Givati ​​lançam luz sobre a renovação da administração local, em um local semelhante ao que existia antes da destruição do Primeiro Templo, cerca de 100 anos antes”, destacaram.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Artefatos dão suporte à historicidade do livro de Jeremias

Pesquisadora categorizou e analisou dados para comparar com nomes encontrados no livro bíblico.

Artefato arqueológico com inscrições de Samaria (The Semitic Museum of Harvard University)
Artefato arqueológico com inscrições de Samaria (The Semitic Museum of Harvard University)

Ao comparar os nomes bíblicos citados no livro de Jeremias com artefatos arqueológicos do período que se acredita que o profeta viveu, entre os séculos V e VI antes de Cristo, Mitka R. Golub afirma haver suporte à sua historicidade.

Segundo a pesquisadora da Universidade Hebraica de Jerusalém, inscrições antigas com nomes bíblicos que foram descobertas nas últimas décadas podem ser usadas para esclarecer a historicidade de suas narrativas. Golub tem elaborado novas técnicas de estudo, se concentrando nas características e tendências gerais.

Em dois artigos publicados nas revistas Biblical Archaeology Review e Israel Exploration Journal, a pesquisadora explica que seus estudos também lançaram luz sobre as diferenças culturais entre os antigos reinos de Israel e Judá. Os estudos mostram diferenças culturais nos dois povos.

“Encontramos evidências de muitos nomes que datam do Período do Primeiro Templo, também conhecido como Idade do Ferro II, e eles nos fornecem muitos dados”, disse ela ao The Jerusalem Post.

“Minha abordagem não foi simplesmente destacar um nome específico em um artefato que também foi mencionado na Bíblia, mas examinar o conhecimento oferecido por uma coleção de nomes”, continuou

Golub usou na sua pesquisa nomes coletados em artefatos arqueológicos, estudos publicados, documentos e livros com o objetivo de reunir o maior número de nomes. Entre as características usadas, estão termos como origem geográfica, filiação política e tipos de artefatos, como cacos de cerâmica, jarros, utensílios e assim por diante.

Ela também prestou maior atenção aos nomes com características ou referências ao divino em seus sufixos ou prefixos, os chamados teofóricos, comuns entre judeus durante o Período do Primeiro Templo e que ganharam popularidade ao longo dos anos.

No caso de Jeremias, conforme explicou na Revisão de Arqueologia Bíblica, foram comparados 92 nomes do livro com 367 nomes de artefatos escavados relevantes, descobrindo que 63% dos nomes do primeiro grupo apresentavam um elemento javista, como referência ao “yod-hei-vav-hei”, o nome específico de Deus para os judeus.

Outra questão descoberta foi que 10% dos itens incluíam o nome divino genérico El, 7% possuíam elementos teofóricos abreviados, 3% foram constituídos por nomes com outros nomes divinos, 1% por nomes com apelações divinas e 16% por outros nomes.

No segundo grupo distribuído entre as categorias de nomes os dados são semelhantes, com 50% de nomes javis; 8% de nomes com El; 14% apresentando um elemento teofórico abreviado, 4% de nomes com apelações divinas e 24% de outros nomes.

A pesquisadora aponta que, segundo o estudo, os resultados demonstram que o grupo de nomes mencionados no livro bíblico tem as mesmas características do que emergiu nas escavações arqueológicas.

Fonte: Gospel Prime

sábado, 20 de junho de 2020

Igreja Apostólica Liberdade Cristã de Altaneira fará culto ao vivo amanhã pelo Facebook



A Igreja Apostólica Liberdade Cristã de Altaneira, tem realizado cultos de maneira virtual por meio do aplicativo Meet, mas neste domingo, a Igreja usará outra abordagem, a transmissão do culto ao vivo pela página da Igreja no Facebook. A ideia, segundo o Pastor da Igreja Joel Gonçalves é ofertar o culto ao maior número de pessoas, para que a ministração da palavra não fique restrita apenas aos membros regulares da Igreja. 

Para acompanhar o culto basta acessar a página da Igreja no Facebook pelo endereço: https://www.facebook.com/LiberdadeCristaAltaneira O culto será transmitido a partir das 19:00 horas


quarta-feira, 10 de junho de 2020

Editora Mundo Cristão lança livro sobre como ajudar as crianças a usar a tecnologia com equilíbrio e segurança

Livro A criança digital: Ensinando seu filho a encontrar equilíbrio no mundo virtual”
O isolamento social têm revelado e/ou acentuado uma realidade delicada na dinâmica de muitas famílias: o uso excessivo das tecnologias digitais por parte das crianças e adolescentes — videogames, televisão, aplicativos etc. Isso acontece porque, dentre diversas razões, tais ferramentas aparentemente são as únicas opções de entretenimento em meio ao caos.
Embora seja algo compreensível, torna-se fundamental ponderar até que ponto recorrer unicamente às telas é realmente saudável. Aliás, quais são os impactos negativos que o excesso de exposição ao digital pode causar no desenvolvimento das crianças e adolescentes?
É justamente para falar sobre o assunto que a Editora Mundo Cristão traz ao Brasil A criança digital: Ensinando seu filho a encontrar equilíbrio no mundo virtual, livro escrito por Gary Chapman e Arlene Pellicane.
Na obra, as duas autoridades em relacionamento familiar oferecem orientações práticas para que pais e mães contornem exageros de maneira positiva. Longe de propor uma postura antitecnologia, Gary e Arlene descortinam formas para que a família possa aliar os benefícios das tecnologias com uma rotina que seja produtiva para toda a família, especialmente para os pequenos, estimulando a sociabilidade.    
“As telas não são o problema; o problema é a frequência com que as usamos. Que atividade preenche o tempo livre de seu filho? Para a média das famílias, tempo livre é igual a tempo diante da tela. Uma coisa é reunir a família diante da televisão para assistir a uma série. Trata-se de um tempo intencional diante da tela que pode aproximar ainda mais a família. Outra coisa é clicar de canal em canal, aleatoriamente, dia após dia. Esse tempo não programado tende a ser desperdiçado e tornar-se influência negativa.” (Gary Chapman e Arlene Pellicane em “A criança digital”)
Por meio de pesquisas e uma série de relatos ilustrativos, os escritores promovem uma análise acerca da dinâmica dos lares “conectados” e mostram as complicações que o tempo em excesso diante das telas pode trazer para o relacionamento interpessoal e o desenvolvimento intelectual e físico das crianças.   
Altamente prático, A criança digital não aponta somente problemas sem mostrar soluções. Pelo contrário, o livro foi concebido para ser um manual aos pais e mães, com ideias lúdicas e iniciativas eficazes para a melhor interação entre a família, tendo como objetivo o estímulo a outras opções de lazer que colaboram com o fortalecimento dos laços afetivos. 
A obra vem ainda com um capítulo especial dedicado ao tema “Desenvolvimento da sociabilidade por idades e estágios” e um teste para que os pais e mães possam diagnosticar se os filhos passam tempo exagerado diante das telas.
O lançamento já está à venda nas livrarias e lojas virtuais.
Ficha técnica  Código: 11110
ISBN: 978-65-86027-01-3
Páginas:  256
Formato: 14 X 21
Categoria: Família
Preço: R$ 54,90
Lançamento: maio/2020
Link de venda: Amazon
Sobre o livro: A criança de hoje nasce digital. Se é verdade que a tecnologia apresenta muitas vantagens, é igualmente verdadeiro que o mau uso ou o uso excessivamente precoce traz inúmeras preocupações para os pais. A boa notícia é que existem maneiras de equilibrar tecnologia, família e sociabilidade. Descubra através das sugestões de dois renomados especialistas em relacionamentos familiares. 
Sobre os autores: Gary Chapman é doutor em antropologia e autor de mais de 30 livros, incluindo o celebrado As 5 linguagens do amor. É casado com Karolyn, com quem tem dois filhos e três netos. 
Site: http://www.5lovelanguages.com/
Facebook: https://www.facebook.com/5LoveLanguages
Twitter: https://twitter.com/drgarychapman 
Arlene Pellicane é palestrante, escritora e apresentadora do Happy Home Podcast. É casada com James, com quem tem três filhos. Instagram: https://www.instagram.com/arlenepellicane/
Podcast: “The Happy Home Podcast with Arlene Pellicane” (várias plataformas)  
Fonte: LC – Agência de Comunicação
Gabriela Cuerba e Genielli Rodrigues

Arqueólogos podem ter encontrado local da vinha de Nabote

Escavações em Jezreel começaram em 2013.

Expedição arqueológica em Jezreel, Israel (Reprodução / Facebook)
Nos livros bíblicos de I e II Reis, a vinícola de Jezreel é o cenário de alguns dos episódios mais terríveis de ganância, violência, pecado e retribuição divina.
Pesquisadores identificaram elementos que confirmam que a escavação realizada no norte de Israel é compatível com a narrativa bíblica, segundo um artigo publicado na última edição do Journal of Eastern Mediterranean Archaeology and Heritage Studies.
Atualmente é impossível datar com certeza os restos da antiga vinícola que foi descoberta não muito longe de Jezreel, um povoado que tem sido habitado continuamente por milhares de anos, explica a principal autora do estudo, Dra. Norma Franklin, do Instituto Zinman de Arqueologia da Universidade de Haifa, ao The Jerusalem Post.
No entanto, diferentes fatores sustentam a idéia de que se havia ou não um homem chamado Nabote, quem quer que tenha sido o autor da história deve ter tido conhecimento da existência daquela vinícola, a única na área compatível, disse ela.
“Com este tipo de estruturas, podemos avaliar quando foi a última vez que elas foram utilizadas – neste caso bastante tarde, por volta do primeiro século d.C -, mas não quando foram construídas”, disse Franklin.
“Os eventos descritos na Bíblia são geralmente considerados como ocorrendo por volta do século 9 a.C. É possível que a vinícola já existisse na época, mas é difícil dizer. No entanto, alguns estudiosos acreditam que a história foi realmente escrita mais tarde, por volta do século 6 a.C., quando podemos afirmar com certeza que a vinícola já estava funcionando”, completa.
Até o momento, os pesquisadores compararam a tipologia das instalações com outras semelhantes na região, de diversos períodos. A tecnologia utilizada na vinícola em Jezreel era bastante arcaica, envolvendo pessoas pisando as uvas com os pés, provavelmente não mais que quatro pessoas de cada vez, explica Franklin.
Além disso, as vinícolas mais recentes geralmente eram construídas não no campo, como no caso da vinícola de Jezreel, mas diretamente na casa.
“Outro elemento muito emocionante para nós foi que, há vários anos, um kibbutz próximo colheu uma amostra do solo da região para descobrir se e onde seria possível começar a cultivar uvas”, disse Franklin.
“Os resultados mostraram que em toda a área havia apenas uma pequena zona que seria boa para os vinhedos, exatamente onde ficava a antiga vinícola”.
Segundo a narrativa bíblica, o rei Acabe conseguiu colocar as mãos na vinha de Nabote com uma manobra de sua esposa, Jezabel, acusando o homem de profanar a Deus e mandar mata-lo.
Por esse pecado, o rei incorreu na ira de Deus contra si mesmo e sua linhagem, como o profeta Elias lhe anunciou. De fato, vários anos depois, a profecia se cumpriria, e dezenas de descendentes de Acabe, incluindo seu filho e sucessor ao trono, morreriam nas mãos de Jeú, comandante do exército, num confronto que mais uma vez começou na vinícola de Jezreel.
As escavações não estão ocorrendo atualmente no local enquanto os arqueólogos se concentram em publicar suas descobertas durante vários anos de pesquisa, finaliza Franklin.
Fonte: Gospel Prime

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