O que tenho visto na quarentena
Artigo de opinião sobre o envolvimento da Igreja com a política partidária
A RES É PÚBLICA, MAS A COSA É NOSTRA - Por Ed René Kvitz
O pastor da Igreja Batista da Água Branca, publicou em sua página no Facebook primeiro em 2012 e em 2014 em meio às eleições daquele ano, repostou o mesmo. Resolvi postá-lo, pois a meu ver, vivemos um momento igual ou ainda mais profundo no que tange a relação entre a igreja e o Estado. Boa Leitura
Prédio da Assembleia de Deus será hospital de campanhas
Unidade ficará responsável por atendimentos clínicos.
Igreja faz leitura completa da Bíblia em live com mais de 72 horas
Objetivo foi incentivar a leitura bíblica e levantar doações para pessoas necessitadas.
Portal Ubuntu Notícias lança vídeo com mensagens de conforto de líderes religiosos
Diante do atual problema da pandemia do Corona Vírus, a blogueira pediu a líderes religiosos de diferentes fés, que gravassem e enviassem uma pequena mensagem de esperança
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
II Encontro do Ministério Nissí!!!
Graça e paz a todos, aconteceu nesta terça (15) de Outubro, o II Encontro do Ministério Nissí, foi realizado na Igreja Internacional da Graça de Deus em Altaneira - Ce, teve como preletor o Pastor Gilberto Gil Oliveira, da Igreja Batista Jeruel.
A palavra ministrada pelo Pastor, estava em Habacuque cap 2 vers 1-3. Na qual Deus falou muito aos presentes, sobretudo aos integrantes do Ministério Nissí, saímos de lá cheios, renovados e com a certeza que nosso Ministério vem do Senhor, que o Nissí, nasceu no coração de Deus, e do coração de Deus para o nosso coração!!
Glorificamos a Deus por mais uma confirmação de que nosso Ministério veio de Deus, louvamos a Deus pela vida de homens como o Pastor Gilberto, que também nos falou sobre o Congresso Rompendo os céus do Sertão, e sobre sua experiência com Missões e evangelismo!
Venha conhecer o Ministério Nissí, nos reunimos toda terça 7 horas na praça do Calçadão no centro de Altaneira - Ce!!
Fotos do II Encontro:
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
José do Egito chega ao fim com bons índices de audiência
O reencontro de José com sua família foi a cena mais marcante para o ator principal
por Leiliane Roberta Lopes
por Leiliane Roberta Lopes
Nesta quarta-feira (9) a Record exibirá o último capítulo da minissérie “José do Egito” mostrando o reencontro de José com seu pai, Jacó, e encerrando a história do menino que foi vendido por seus irmãos para ser escravo e se tornou o governador do Egito.
A estreia do programa foi em 30 de janeiro sendo que no início seriam apenas 28 capítulos, mas pelo sucesso de audiência a trama foi esticada ganhando mais nove capítulos. A média de ibope foi de 14 pontos com picos de 16, fazendo com que a emissora de Edir Macedo alcançasse o segundo lugar de audiência no horário.
A estreia do programa foi em 30 de janeiro sendo que no início seriam apenas 28 capítulos, mas pelo sucesso de audiência a trama foi esticada ganhando mais nove capítulos. A média de ibope foi de 14 pontos com picos de 16, fazendo com que a emissora de Edir Macedo alcançasse o segundo lugar de audiência no horário.
Para realizar toda a produção a Record gastou cerca de R$60 milhões e precisou locar espaços de gravação no Chile, Israel e Egito. Os valores fizeram com que “José do Egito” se tornasse uma das produções mais caras da história da TV brasileira.
A Record escolheu um elenco com grandes atores para interpretar essa história bíblica, nomes como Ângelo Paes Leme, Maytê Piragibe, Samara Felippo, Bianca Rinaldi, Taumaturgo Ferreira, Mylla Christie, Vitor Hugo e Carla Cabral ganharam papéis principais e conseguiram atrair o público.
Não só os telespectadores, mas também os próprios atores foram impactados com a mensagem da minissérie. Ângelo Paes Leme, que interpreta José, comenta que a cena que ele reencontra sua família foi a melhor cena de toda a sua carreira.
“A cena que mais me marcou foi a que, na minha opinião, é a grande cena de José. É quando ele se revela para os irmãos e se liberta do esconderijo de governador em que ele vive. Ele se liberta do passado e consegue se realizar o que tanto quis na vida, que era reencontrar e perdoar os irmãos. Foi muito forte”, disse o ator.
O capítulo final será exibido nesta quarta-feira (9) a partir das 21h30. Na próxima quarta (16) estreia a minissérie “A Bíblia”.
Fonte: Gospel Prime
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
II Encontro do Ministério Nissí
Graça e Paz a todos, no dia 15 de outubro do corrente ano, o Ministério Nissí realizará o II Encontro do Ministério Nissí, em fevereiro de 2012, realizamos o I Encontro do Ministério Nissí que teve como tema: "O Avivamento traz mudança, ou a mudança traz o avivamento?", que foi ministrado pelo presidente do Ministério Nissí Vinicius Freire Pereira. Este ano no II Encontro do Ministério Nissí, o preletor será o Pastor Gilberto Gil de Oliveira, da Igreja Batista Jeruel de Crato-Ce, também organizador do congresso Rompendo os Céus do Sertão, o tema do II Encontro do Ministério Nissí será livre,na oportunidade, o Pr. Gilberto também falará sobre a experiência do Rompendo os Céus, sobre evangelismo e missões. Convidamos todos os irmãos a se fazerem presentes, o II Encontro do Ministério Nissí que ocorrrerá no dia 15 de Outubro (Terça) a partir da 09:00 da manhã, na sede da Igreja Internacional da Graça de Deus, Rua Dep. Furtado Leite Nº 450 - Centro - Altaneira - Ce.
I Encontro do Ministério Nissí - 2012
Pr. Gilberto Gil e Ana Nobréga no Congresso Rompendo os Céus do Sertão
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Arqueólogos encontram “cidade perdida” mencionada nos Evangelhos
Cidade visitada por Jesus fica em sítio arqueológico “amplamente negligenciado” até agora.
por Jarbas Aragão
por Jarbas Aragão
Segundo o site acadêmico LiveScience, uma “cidade perdida”, descrita nos Evangelhos, pode finalmente ter sido encontrada. Dalmanuta é o lugar para onde Jesus partiu após ter feito a multiplicação de pães e peixes que alimentou uma multidão. O capítulo 8 de Marcos afirma: O povo comeu até se fartar. E ajuntaram sete cestos cheios de pedaços que sobraram. Cerca de quatro mil homens estavam presentes. E, tendo-os despedido, entrou no barco com seus discípulos e foi para a região de Dalmanuta”.
Contudo, a passagem correspondente de Mateus 15:39 diz: “Tendo despedido a multidão, entrou no barco, e dirigiu-se ao território de Magadã”. Essa menção fez com que durante séculos os estudiosos pensarem se tratar da cidade que hoje é chamada de Migdal.
Também conhecida por Magdala, está situada ao noroeste do Mar da Galileia, no vale de Genesaré. O local é mais conhecido por sua associação com Maria de Magdala, apelidada de Madalena. Nessa região recentemente foi encontrada as ruínas de uma sinagoga onde Jesus teria estado e talvez pregado, segundo os especialistas.
Ken Dark, da Universidade de Reading, cuja equipe descobriu as ruinas dessa cidade defende que se trata de Dalmanuta, uma “cidade perdida” para a arqueologia. Ele e sua equipe querem comprovar a teoria por causa de uma embarcação de 2.000 anos de idade que foi encontrada na região em 1986. Até hoje é o mais famoso artefato associado à área, o famoso “barco de Jesus” poderia não ser de Magdala, mas sim da cidade vizinha de Dalmanuta. Elas ficavam a cerca de 200 metros uma da outra. Isso sugere que os dois evangelistas apontavam para a mesma região, mas não para a mesma cidade.
A exploração encontrou cerâmica antiga e uma série de fragmentos de colunas, incluindo peças esculpidas no estilo coríntio. Os testes de radio carbono permitem que muitos dos artefatos encontrados comprovem sua idade. Alguns deles, ânforas de vidro, indicam que seus antigos habitantes eram ricos. Vestígios de âncoras de pedra, juntamente com a localização próxima à praia, ideal para barcos, indicam que a população se dedicava à pesca. São as ânforas e as âncoras que ligariam a cidade ao chamado “barco de Jesus”.
A teoria é apresentada na edição de setembro da revista científica Palestine Exploration. Análises do material indicam que a cidade era próspera e provavelmente sobreviveu por séculos. A data das peças de cerâmica indicam que ela existiu pelo menos entre o primeiro e o quinto século. A comunidade judaica provavelmente vivia ao lado de um povo politeísta, como indicam os fragmentos de vasos de calcário. Segundo Dark, isso seria a realidade da região no início do período de dominação romana.
Embora reconheça não ser possível a comprovação inequívoca que a cidade recém-descoberta é a Dalmanuta bíblica, para ele é um dos poucos nomes de lugares desconhecidos por pesquisadores. Além disso, está no Vale de Genesaré, um sítio arqueológico “amplamente negligenciado”. A pesquisa de Dark utilizou, além do sistema tradicional, fotos tiradas de satélites para estabelecer mudanças na topografia.
Como no campo da arqueologia tudo ocorre muito lentamente e sempre surgem questionamentos, é provável que demore alguns anos antes de as teorias da equipe do doutor Dark sejam totalmente comprovadas. Com informações de RT, Christian Origins e Live Science.
Fonte: Gospel Prime






















