O que tenho visto na quarentena
Artigo de opinião sobre o envolvimento da Igreja com a política partidária
A RES É PÚBLICA, MAS A COSA É NOSTRA - Por Ed René Kvitz
O pastor da Igreja Batista da Água Branca, publicou em sua página no Facebook primeiro em 2012 e em 2014 em meio às eleições daquele ano, repostou o mesmo. Resolvi postá-lo, pois a meu ver, vivemos um momento igual ou ainda mais profundo no que tange a relação entre a igreja e o Estado. Boa Leitura
Prédio da Assembleia de Deus será hospital de campanhas
Unidade ficará responsável por atendimentos clínicos.
Igreja faz leitura completa da Bíblia em live com mais de 72 horas
Objetivo foi incentivar a leitura bíblica e levantar doações para pessoas necessitadas.
Portal Ubuntu Notícias lança vídeo com mensagens de conforto de líderes religiosos
Diante do atual problema da pandemia do Corona Vírus, a blogueira pediu a líderes religiosos de diferentes fés, que gravassem e enviassem uma pequena mensagem de esperança
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
O perdão e a cura das feridas da alma
Perdoar é muito difícil, até mesmo para os cristãos que têm como exemplo Jesus Cristo, que morreu para nos perdoar. É preciso aprender perdoar, mas como aprendemos essa difícil lição? Neste artigo trataremos do perdão como uma dádiva divina para todas as pessoas, do poder curador do perdão, também sobre a diferença entre culpa e vergonha, e dos níveis de perdão. Esperamos que a leitura reflexiva deste texto, sob ação do Espírito Santo, faça bem à sua alma.
Como Aprender a Perdoar?
Primeiro é preciso que você considere como você foi perdoado: “Sejam bondosos e compassivos uns com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo” (Efésios 4.32).
Quando amamos alguém de verdade é preciso aceitar a nossa própria vulnerabilidade, tirar a máscara superficial e deixar que o outro nos veja como realmente somos. Por que ferimos a quem amamos? Quando somos feridos, somos capazes de dizer e fazer coisas prejudiciais de forma violenta com as pessoas mais próximas – é nesse momento que magoamos aqueles a quem mais amamos.
Quando somos feridos, magoados, queremos “acertar as contas”, “pagar na mesma moeda”. Pensamos que fazendo isso nossa dor pode diminuir, que nos sentiremos um pouco melhor – isso não é uma verdade: “Que ninguém retribua o mal com o mal; procurai sempreo bem uns dos outros e de todos” (1Tessalonicenses 5.15).
Em certa ocasião, um soldado americano levado para guerra, e que mantinha viva a esperança de reencontrar sua noiva (que prometeta lhe esperar), recebe uma carta da então noiva, pedindo sua foto preferida que ofereceu ao noivo por ocasião de sua despedida. Junto ao pedido da devolução da foto, estava também a informação de que tal foto seria usada para o convite de casamento (com outro rapaz), que aconteceria em breve. Ferido e magoado, o soldado então conta com os amigos do alojamento para se vingar. Recolheram todas as fotos de mulheres (irmãs, namoradas, noivas) de todos os soldados, colocaram em uma caixa e o soldado a enviou para a ex-noiva com a seguinte frase: “Procure a sua, não me lembro qual é”.
Essa pequena ilustração reforça como, a princípio, o sabor da vingança parece agradável, mas no fundo a dor continua lá. Geralmente quando erram, as pessoas costumam ter dois tipos de sentimento: a culpa e a vergonha; muitas vezes tratadas como sendo a mesma coisa. Há, porém, uma diferença sutil entre elas.
A culpa é o sentimento que surge quando nos comportamos mal, e está relacionada com o que fazemos. Ela pode desempenhar um papel importante. Deus faz com que alguns de nossos comportamentos nos causem desconforto para que possamos rever e reparar danos. É um indicador de que precisamos pedir desculpas e reatar o relacionamento. Ficar remoendo as culpas não é construtivo. Culpa foi o que Davi sentiu. Suas transgressões só foram perdoadas, e seus pecados só foram apagados, depois do incômodo da culpa. É o que ele expressa no Salmo 32.
Vergonha é a sensação que surge quando não correspondemos ao que pensamos que deveríamos ser. Está ligada ao que somos. Ela causa tristeza. Vergonha foi o que Pedro sentiu ao cair em si depois de negar Jesus por três vezes (Mateus 26.75).
Muitas pessoas continuam sofrendo, desnecessariamente, quando, depois de perdoados por Deus, continuam hospedando em si a culpa e a vergonha. A culpa pode nos ajudar a sermos pessoas melhores, a vergonha nos faz duvidar de nós mesmos: “Com efeito, a tristeza, segundo Deus, produz arrependimento que leva à salvação e não volta atrás, ao passo que a tristeza segundo o mundo produz a morte” (2Coríntios 7.10).
Perdão é o remédio para a culpa. Enquanto não damos atenção à culpa, ela nos atormenta a consciência, mas se decidimos que realmente devemos tratá-la, o perdão é um excelente remédio. A culpa proveniente do amor é saudável, benéfica e nos motiva a reatar ligações rompidas com Deus, com nós mesmos e com o outro.
Há dois níveis de perdão: 1) Não pagar o mal com o mal. Isso significa perdoar quem nos magoa. 2) A reconciliação, mais profunda e mais difícil, envolve a participação de quem magoou e de quem foi magoado. O que magoou deve perceber o mal que causou e assumir a responsabilidade por ele; o magoado deve acreditar que o mal causado foi reconhecido e que há interesse em repará-lo. Quando essa mútua compreensão acontece, há a reconciliação e há a cura: “Perdoai, e vos será perdoado” (Lucas 6.37).
Não perdoar traz males à saúde do corpo e da alma. A raiva prolongada vira ressentimento e o ressentimento vira ódio. O que são ressentimentos? São lembranças rancorosas de dores passadas que não foram resolvidas. É um sentimento destrutivo capaz de causar males físicos, emocionais e espirituais. Um grande mestre escreveu: “Os ressentimentos são as irritações de ontem arranhando a membrana de nossa memória”. Há pessoas que estão convencidas de que têm todas as razões para sentir ressentimento, mas é bom lembrar: “O ressentimento leva o tolo à morte” (Jó 5.2). Pode-se construir uma prisão para si mesmo, cada mágoa será um tijolo nessa consturção. Rancores guardados acabam com a alegria da vida, tornam as pessoas amargas. Pessoas cheias de ressentimento podem ter pelo menos três tipos de comportamento: algumas vivem com eles, mas estão doentes (são pessoas que vivem de aparência); outras se fecham e se afastam (vivem isoladas – têm dificuldade de se abrir a novas amizades) ou ainda, aquelas que explodem (são agressivas e vivem de mau humor). É preciso deixar que o Senhor aplique graça às nossas mágoas, pois ela nos faz ver o perdão de Deus.
Por que será que até mesmo os cristãos têm tanta dificuldade em liberar o perdão? A Bíblia diz que quem demonstra pouco amor, também libera pouco perdão, como nos afirma o próprio Senhor Jesus: “aquele a quem pouco foi perdoado, mostra pouco amor” (Lc 7.47). Embora requeira muito esforço, o benefício do perdão recompensa, pois o verdadeiro amor cura mágoas.
Atualmente algumas pessoas têm tentado resolver seus problemas nos relacionamentos através de exercícios mentais, pensamento positivo, meditação, disciplinas, mas, se tentarmos resolver nossos problemas só racionalmente, nós conseguiremos chegar somente até certo ponto para viver melhor, mas é só através do amor perfeito de Deus por nós que podemos nos aperfeiçoar como seres humanos “A ciência incha, mas o amor edifica” (1Coríntios 8.1).
Para que haja perdão é preciso confissão sincera. Confissão não é interrogatório, tortura ou sessão de reclamação. Também não dizer a Deus o que ele não sabe, mesmo porque isso seria impossível, uma vez que o Senhor é conhecedor de todas as coisas, inclusive das nossas palavras, antes de as pronunciarmos.
A confissão é uma confiança radical na graça de Deus. Quando confessamos é como se estivéssemos dizendo: “o que eu fiz foi ruim, mas sua graça é maior do que eu, do que o meu erro, do que o meu pecado, por isso eu confesso”.
Se nosso entendimento sobre a graça for pequeno, limitado, nossa confissão também será pequena, limitada, cheia de desculpas e medo. A grande graça cria uma confissão sincera. Foi o que aconteceu com o filho pródigo (Lucas 15.18-19), com o cobrador de impostos (Lucas 18.13) e com o grande herói do Antigo Testamento, o rei Davi (Salmo 32.38 e Salmo 51).
Se enterrarmos nosso mau comportamento é só esperar pela dor que ficará alojada na nossa alma. Você está interessado em se ver livre desse mal? Solicite uma ressonanância magnética espiritual: “Sonda-me, ó Deus…”(Salmo 139).
O poder da confissão não está com quem a realiza, mas com o Deus que a ouve: “Se confessarmos nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1João 1.8-9). Às vezes, a confissão precisa ser também uns com os outros, assim como a Igreja Primitiva fazia (Atos 19.18-20) e assim como ensinou o apóstolo João: “Se perdoarem os pecados de alguém, estarão perdoados; se não os perdoarem, não estarão perdoados” (João 20.23).
Perdoar e Esquecer, Eis a Grande Questão
Esse é um assunto cheio de equívocos. Constantemente ouvimos a frase: “Perdoei, mas não esqueci”. Perdoar é ir contra os sentimentos que estão aflorados dentro de nós (raiva, mágoa, dor, tristeza). Esquecer é do cérebro. Mesmo que nos lembremos, perdoar significa que essa lembrança não afeta mais as nossas emoções e nosso relacionamento com quem nos ofendeu. Ela não envenena mais o coração (Hebreus 12.15).
O perdão não está em nós, está em Deus – temos de buscar. Só consegue perdoar quem experimentou e entendeu o perdão de Deus (Colossenses 2.13-14). Para que o perdão aconteça de fato, é necessário que o amor seja dado livremente, pois há poder curativo no amor: “O amor cobre multidão de pecados” (1Pedro 4.8).
Parte da cura consiste em para de se culpar pelo que aconteceu, depois de curar as feridas causadas por nossos atos, e sobretudo é preciso acordar todos os dias e optar por praticar o bem: “Façam todo o possível para viver em paz com todos” (Romanos 12.18).
Edna Lourenço
Membro da Assembleia de Deus em Mauá/SP
Fonte: Ministério CACP
terça-feira, 2 de agosto de 2016
Ordem cronológica dos livros da Bíblia
CONTEXTO, GÊNEROS E ORDEM CRONOLÓGICA DOS LIVROS DA BÍBLIA
Neste artigo, vamos abordar brevemente o contexto, os gêneros literários e a ordem cronológica dos livros da Bíblia.
Há seis tipos de contexto bíblico. O primeiro é o contexto geral da Bíblia, como frisa o apóstolo Pedro, ao afirmar que “nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação” (2Pedro 1.20). A analogia geral da Bíblia é uma realidade inconteste. O segundo é o contexto imediato da Bíblia. Por exemplo: em Lucas 6.13, que fala sobre a eleição dos doze, lemos que Jesus primeiro chamou os seus discípulos e depois denominou doze escolhidos entre eles de apóstolos. Primeiro “discípulos”, depois “apóstolos”, não o contrário! Outro exemplo é Ezequiel 18. O versículo 5 desse capítulo refere-se ao pai; o 10, ao filho; e o 14, ao neto. São detalhes que precisam ser observados para que não haja confusão na interpretação das passagens bíblicas.
O terceiro é o contexto remoto da Bíblia. Exemplos: Ao analisarmos as pragas sobre o Egito comparando as passagens de Êxodo 7.4b e Números 33.4, percebemos que os juízos divinos estavam relacionados aos deuses. Atos 9.25 diz que Paulo foi descido da muralha dentro de um cesto. Mas como? 2Coríntios 11.33 explica que foi pela janela. Um texto completa a informação de outro a ele relacionado.
O quarto tipo é o contexto referencial da Bíblia. As referências são uma forma de passagens paralelas do texto; portanto, uma forma de contexto. A Bíblia interpreta-se com a Bíblia através do seu contexto referencial. As duas classes de referências são as verbais e as reais.
O quinto tipo é o contexto histórico da Bíblia. Isso tem a ver com a época, a cultura, a ocasião e o propósito original do texto bíblico em estudo. O que significou literalmente um determinado texto bíblico para os seus primeiros destinatários, e qual a aplicação deste mesmo texto para nós hoje?
Por fim (sexto), há o contexto literário da Bíblia. Os parágrafos do texto no original são as passagens de pensamento da revelação divina. A versão Almeida Revista e Corrigida não os indica. A versão Almeida Revista e Atualizada os indica. A divisão emcapítuloseversículos vezes sem conta biparte o texto. As epígrafes dos capítulose de outras porções do texto são matéria editorial, são acrescentados pelos editores da Bíblia, exceto no caso do Livro de Salmos. A quase totalidade deles contém duas epígrafes: uma editorial e outra original que vem do texto hebraico.
Gêneros Literários da Bíblia
Os gêneros literários da Bíblia dizem respeito à natureza literária de determinada passagem das Escrituras. A Bíblia, considerada como texto, é uma obra literária, sendo ela acima de tudo a Palavra de Deus.
Os gêneros literários da Bíblia são: História. Este é o gênero literário que ocupa o maior espaço na Bíblia.Geografia. dá rico colorido, encanto e dimensão aos fatos bíblicos registrados. Genealogia. A Bíblia contém muito desse gênero literário. Leis. Principalmente no Pentateuco. Poesia. Salmos, por exemplo, e passagens avulsas como 1Timóteo 3.16, 2Timóteo 2.11-13 e Lucas 1.67-79; Provérbios (os provérbios de Salomão em Eclesiastes e Provérbios). Drama. Certos lances da vida de Davi quando foragido no deserto, o livro de Ester e a vida de Jacó e Jó. Biografia. A vida de Moisés, Davi etc. Parábola. São muitas as parábolas, principalmente as de Jesus nos Evangelhos. Carta ou Epístola. Sermões. Os profetas, os Evangelhos, os Atos e Eclesiastes.Revelação (Ezequiel, Daniel, Zacarias e Apocalipse). Tipo. É um meio determinado por Deus para comunicar verdades divinas por meio de ilustrações ou figuras. Por que devemos estudar os tipos bíblicos? Ver 1Coríntios 10.11, onde “figuras” é tipo, no original. Acróstico. Como no Salmos 119 e Figuras de Linguagem. Figuras de estilo e retórica.
São exemplos de figuras de linguagem na Bíblia:
– símile (Provérbios 26.1) “neve no verão, chuva na sega”;
– metáfora (Lucas 13.22) “aquela raposa”;
– metonímia (Lucas 16.29) “têm Moisés e os profetas”;
– sinédoque (Lucas 2.1) “todo o mundo”;
– ironia (Jó 12.2) “convosco morrerá a sabedoria”;
– hipérbole (Deuteronômio 1.22) “até aos céus”;
– apóstrofe (1Coríntios 15.55) “ó morte, ó inferno”;
– personificação (prosopopéia) (Lucas 7.55) “filhos da sabedoria”; SaImo 98.9 “rios batendo palmas”;
– antropopatismo (atribuir sentimentos humanos a Deus) Jeremias 15.6;
– antropomorfismo (atribuir membros corporais e atividades físicas a Deus (Jeremias 1.19 e Tiago 5.4b).
Ordem Cronológica dos Livros da Bíblia
A Possível Ordem Cronológica dos Livros do Antigo Testamento:
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A Possível Ordem Cronológica do Novo Testamento:
- Gálatas – 49 dC, escrito em Antioquia, na Síria, após a 1a viagem missionária de Paulo – Atos 13-14);
- Tiago – 49 dC, escrito em Jerusalém;
- 1Tessalonicenses – 51 dC, escrito em Corinto durante a 2a viagem missionária de Paulo (Atos 15.36-18.22; 18.11);
- 2Tessalonicenses – 51/52dC, escrito em Corinto durante a 2a viagem missionária de Paulo (Atos 15.36-18.22; 18.5);
- 1Coríntios – 55 dC, escrito na Macedônia(Atos 20.3);
- Marcos – 55-65dC, escrito em Roma, segundo afirmam Clemente e Irineu;
- Romanos – 57 dC, escrito em Corinto durante a 3a viagem missionária de Paulo;
- Lucas – 60-65 dC, escrito em Cesaréia ou Roma, durante as prisões de Paulo;
- Mateus – 60-65 dC, escrito na Palestina;
- Efésios – 60-62 dC, escrito em Roma, quando Paulo estava na prisão;
- Filipenses – 60 dC, escrita em Roma, quando Paulo estava na prisão;
- Colossenses – 61 dC, escrita em Roma, quando Paulo estava na prisão;
- Filemom – 61 dC, escrita em Roma. É a quarta epístola escrita por Paulo na prisão;
- 1Pedro – 62-64 dC, escrita em “Babilônia” (1Pedro 5.13);
- Atos – 63 dC, escrita em Roma;
- 1Timóteo – 64 dC, escrita na Macedônia ou Roma, pouco antes da 2ª prisão de Paulo;
- Tito – 65 dC, escrita na Macedônia (1Tm. 1.3);
- 2Timóteo – 66-67 dC;
- 2Pedro – 67 dC, escrita em “Babilônia”;
- Hebreus – 67 dC, autor desconhecido;
- Judas – 65-80 dC;
- Evangelho de João – 85-90 dC, provavelmente em Éfeso;
- 1João – 85-90 dC, provavelmente em Éfeso;
- 2 e 3João – 90 dC, em Éfeso;
- Apocalipse – 96 dC, na Ilha de Patmos (Apocalipse 1.9).
Pr. Antonio Gilberto
Fonte: Ministério CACP
Reflitamos #12
Graça e Paz, na postagem de hoje damos sequência à série que consiste na postagem de imagens para que servem para nossa reflexão. Que fale ao coração de todos!
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Igreja abriga 30 moradores de rua durante o mês de julho
Eles receberam ajuda social e psicológica e muitos já conseguiram encontrar suas famílias
por Leiliane Roberta Lopes
por Leiliane Roberta Lopes
A MegaVida Church, localizada na cidade de Campinas (SP), está abrigando cerca de 30 moradores de rua durante o mês de julho.
O projeto social ganhou o nome de “Abrigo Santo” e tem como principal objetivo ajudar os moradores de rua que durante o inverno sofrem pelas baixas temperaturas (além dos sofrimentos diários que é a falta de um abrigo, alimentos e etc.).
Os voluntários da igreja gravaram um vídeo no início do mês, mostrando a abordagem que eles fizeram aos moradores que estavam no centro da cidade.
Os moradores de rua interessados em dormir na igreja foram orientados que lá receberiam alimentos, poderiam tomar banho e ter um lugar para dormir durante todo o mês. Um carro ficou responsável em busca-los todos os dias.
Mas a igreja não ofereceu só isso: ajuda social e psicológica também fizeram parte do processo e os resultados são impressionantes.
“Alguns estão voltando para suas famílias e outros estão indo para centros de recuperação”, diz o pastor Eduardo Ribeiro.
O projeto continua nos próximos dias e o pastor tem como objetivo incentivar que outras pessoas façam o mesmo por quem tanto necessita.
“Gostaria muito de influenciar outras pessoas nesta iniciativa, para que façam algo parecido”, diz ele.
Fonte: Gospel Prime
quarta-feira, 27 de julho de 2016
Ben-Hur: Rodrigo Santoro interpreta Jesus nas telonas no Brasil.
A nova produção da Paramount Pictures e da Metro-Goldwyn-Mayer, Ben-Hur, estreia no dia 18 de agosto nos cinemas do Brasil. Segundo Roma Downey, produtora executiva do filme, “Rodrigo foi a escolha perfeita para interpretar Jesus”. Filmado na Itália, no Parque Temático Cinecittà World, perto de Roma e na cidade de Matera, o filme nos traz uma nova versão desta poderosa história de amor, vingança, redenção e perdão.
O longa Ben-Hur apresenta a história de Judah Ben-Hur (Jack Huston), um príncipe falsamente acusado de traição por seu irmão adotivo Messala (Toby Kebbell), um oficial do exército romano. Destituído de seu título, afastado de sua família e da mulher amada (Nazanin Boniadi), Judah é forçado à escravidão. Depois de muitos anos no mar, Judah retorna à sua pátria em busca de vingança, mas encontra a redenção. Baseado no romance clássico de Lew Wallace, Ben-Hur: Uma História dos Tempos de Cristo. O filme também é estrelado por Morgan Freeman como Sheik Ilderim e Rodrigo Santoro como Jesus Cristo. Confira o trailer aqui!
Interpretar o papel de Jesus foi um compromisso sério para Santoro. “Foi uma tremenda responsabilidade, mas foi também uma oportunidade única de ter a chance de explorar e ter uma compreensão mais aprofundada de tudo pelo que ele passou e tentar praticar seus ensinamentos”, comentou o ator brasileiro.
“Acho que a primeira coisa que tive que fazer foi tentar apagar qualquer ideia preconcebida que eu tinha sobre ele”, disse Santoro. “Coisas que ouvi e até mesmo coisas que minha avó me contou durante minha infância. Fui para um lugar neutro e comecei a partir dali”.
Santoro completa ao dizer que interpretar Jesus foi o maior desafio de sua carreira, devido a sua simplicidade e complexidade. “Como entender, o mais profundamente possível, esse homem e tudo que ele representa? Queria criar um retrato do homem por trás do mito. Queria fazê-lo alguém com que as pessoas pudessem se identificar, sem sacrificar nenhum de seus ensinamentos, sua aura, sua espiritualidade e tudo que era tão exclusivo sobre ele. Foi a coisa mais desafiadora que já fiz”.
Fonte: Assessoria de Imprensa da 360 WayUp























