O que tenho visto na quarentena

Artigo de opinião sobre o envolvimento da Igreja com a política partidária

A RES É PÚBLICA, MAS A COSA É NOSTRA - Por Ed René Kvitz

O pastor da Igreja Batista da Água Branca, publicou em sua página no Facebook primeiro em 2012 e em 2014 em meio às eleições daquele ano, repostou o mesmo. Resolvi postá-lo, pois a meu ver, vivemos um momento igual ou ainda mais profundo no que tange a relação entre a igreja e o Estado. Boa Leitura

Prédio da Assembleia de Deus será hospital de campanhas

Unidade ficará responsável por atendimentos clínicos.

Igreja faz leitura completa da Bíblia em live com mais de 72 horas

Objetivo foi incentivar a leitura bíblica e levantar doações para pessoas necessitadas.

Portal Ubuntu Notícias lança vídeo com mensagens de conforto de líderes religiosos

Diante do atual problema da pandemia do Corona Vírus, a blogueira pediu a líderes religiosos de diferentes fés, que gravassem e enviassem uma pequena mensagem de esperança

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Apontar o caminho: O papel da verdadeira Igreja Cristã

por Vinicius Freire Pereira



A Bíblia é a palavra de Deus, escrita por homens inspirados por Deus, pra nós cristãos essa é uma verdade fundamental, em suas páginas ela contém histórias de homens e mulheres que foram usados por Deus nas mais diferentes funções; sacerdotes, profetas, Reis, são exemplo disso. Nela encontramos também a origem ou início da Igreja, sua organização, modo de vida, doutrinas básicas, e claro é a partir da Bíblia que conhecemos a Deus, Jesus nosso redentor e entendemos todo plano salvífico criado por Ele.
Nesta mensagem que você está lendo, a partir de um trecho específico da bíblia refletiremos um pouco mais de nossa vida como Igreja e nossa relação com Jesus.
No evangelho escrito por João no Capítulo 3 mais especificamente nos versículos 22 ao 30, nós encontramos duas características de duas Igrejas diferentes, a primeira podemos entender com a Igreja pós- moderna, essa na qual congregamos hoje, e a segunda a Igreja de cristo, cujo Ele é o cabeça e nós somos o corpo. A partir do Versículo 22 e o 23 podemos ver que Jesus e João Batista estavam batizando pessoas em regiões próximas “Depois disso Jesus foi com os seus discípulos para a terra da Judéia, onde passou algum tempo com eles e batizava.
João também estava batizando em Enom, perto de Salim, porque havia ali muitas águas, e o povo vinha para ser batizado.
Nos versos que se seguem podemos ver que os discípulos de João estavam primeiramente discutindo sobre questões religiosas, e que após isso eles vão até João dizendo que as pessoas estavam seguindo Jesus e deixando de segui-lo! “Surgiu uma discussão entre alguns discípulos de João e um certo judeu, a respeito da purificação cerimonial. Eles se dirigiram a João e lhe disseram:Mestre, aquele homem que estava contigo no outro lado do Jordão, do qual testemunhaste, está batizando, e todos estão se dirigindo a ele” (Vs 25 e 26).
Nessa passagem acima, podemos claramente perceber a Igreja pós-moderna (a Igreja atual), pois vemos a Igreja muitas vezes mais preocupada em discussões religiosas, assim como os discípulos de João, mas o que me chama mais atenção nessa passagem é o fato dos discípulos reclamarem que as pessoas deixavam de seguir João e foram até Jesus, essa é uma das principais marcas da Igreja pós – moderna, a preocupação com o número de fiéis, o amor ou o apego a denominação e ao seu líder.
Na sequencia do texto, vemos João Batista se comportando como a verdadeira Igreja do Senhor, após ouvir a seus discípulos João os reponde demonstrando que ele não era o cristo “Vocês mesmos são testemunhas de que eu disse: Eu não sou o Cristo, mas sou aquele que foi enviado adiante dele” (Vs 27 e 28). João retirou de si qualquer glória que poderia ser – lhe dada, e infelizmente no que hoje se chama Igreja, vemos homens lutando por honra, cobiçando cargos e títulos, disputando fiéis com unhas e dentes, buscando seus interesses, seu próprio reino, ao invés de apontar para Cristo e manifestar o Reino de Deus, ao fazermos leitura dos versos 29 e 30 nos deparamos com uma passagem conhecidíssima, muito citada inclusive até em músicas do meio gospel; “A noiva pertence ao noivo. O amigo que presta serviço ao noivo e que o atende e o ouve, enche-se de alegria quando ouve a voz do noivo. Esta é a minha alegria que agora se completa. É necessário que ele cresça e que eu diminua.
Ao responder dessa forma aos seus discípulos, João demonstra o verdadeiro papel da Igreja, apontar o Caminho! A alegria de João foi ver que as pessoas estavam convergindo para Cristo, ele não ficou nervoso porque as pessoas mudaram de “denominação”, nem os amaldiçoou porque estavam deixando de segui-lo, mas sim alegrou-se ao saber que seus antigos seguidores, estavam seguindo Jesus.
Essa discussão se faz cada vez mais necessária, assim como, se faz necessário que surjam vários João Batista na Igreja, para que Cristo seja o único alvo, o centro de todo louvor e ministração, que o que hoje se chama de Igreja tem desprezado. Minha oração é que essa pequena mensagem fale a cada leitor, e que possamos nos colocar na mesma posição de João Batista em nossa vida Cristã, termino essa mensagem com uma frase clichê que não deixa de ser verídica e necessária diante do que temos visto e ouvido em nossos dias: “Ministério é serviço, não ser visto”.
Publicado no site Gospel Prime

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

“Direito à Vida” mostra os dilemas de uma jovem prestes a abortar

Enquanto aguarda na sala de espera de uma clínica de aborto, Alison conhece alguém que tentará mudar seus planos
por Leiliane Roberta Lopes


Em novembro a Graça Filmes lança em DVD o filme “Direito à vida” trama sobre um tema cada vez mais atual no Brasil que é o aborto.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirmam que mais de 1 milhão de brasileiras entre 18 e 49 anos já fizeram aborto ao menos uma vez.
Em nosso país a prática é crime, menos nos casos de gravidez consequente de estupro, quando o feto tem anencefalia ou quando a gestação trouxer risco à vida da mãe.
Mesmo sendo um crime, inúmeras clínicas clandestinas estão espalhadas pelo Brasil, além de remédios proibidos que são utilizados com a finalidade de interromper a gravidez.
O filme traz a história da jovem Alison (Chanel Marriott) que descobre estar grávida do namorado. Por considerá-lo irresponsável, ela decide abortar.
Nos Estados Unidos o aborto é liberado e há várias clínicas autorizadas a praticar o ato. Alison procura uma delas, e ao ser atendida encontra personagens cômicos e excêntricos.
Eles são: uma conselheira extravagante, uma típica mãe do subúrbio, uma recepcionista apática, e Lecretia (interpretada por Alicia Monet Caldwell), uma garota do interior cujos pensamentos são expressos de maneira peculiar.
Entre essas pessoas, Alison encontra um zelador gentil (Bruce Marchiano) que vai se revelar como sendo o próprio Deus, vivo e manifesto que veio para suplicar que ela não retirasse a vida do bebê.
Tudo isso acontece durante a espera, até que a enfermeira aparece e Alison precisa tomar sua decisão: abortar ou não abortar a criança?
Assista ao trailer do filme:




Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Reflitamos #15

Graça e Paz, na postagem de hoje damos sequência à série que consiste na postagem de imagens para que servem para nossa reflexão. Que fale ao coração de todos!




segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Novos estudos mostram como a Bíblia foi preservada pela tradição oral

Estudiosos analisam a capacidade de povos antigos de preservar inalteradas as informações



Um novo estudo sobre a memória dos povos demostra que as pessoas podem reter e recitar grandes quantidades de informação. Isso pode dar credibilidade científica à transmissão de histórias bíblicas por tradição oral.
Por causa da dependência de tecnologia, pode ser difícil para as pessoas hoje em dia lembrar de coisas simples como número de celular ou datas de aniversários. Mas a maneira como os povos antigos guardavam e passavam adiante a informação ainda é um mistério. Segundo a tradição, pessoas que não sabiam escrever eram capazes de lembrar histórias longas, além de canções e poemas que possuíam milhares de versos.
Os estudiosos sempre tentaram comprovar como isso acontecia.  A doutora Lynne Kelly estudou as técnicas da memória dos povos aborígines, que memorizam grandes quantidades de informação sobre plantas e zoologia.
O esforço dela é para entender como isso acontece. Ela lançou o livro The Memory Code [O Código da Memória], onde demonstra como os anciãos aborígenes conseguiam lembrar de tanta informação. De acordo com Kelly, eles tinham um conhecimento “codificado”, em forma de música, dança e história.
Além disso, usavam um processo que associava fatos com um lugar específico, conhecido por historiadores e neurobiólogos como o “método de loci” (ou método de lugar). A primeira referência a esta prática mnemônica está nos escritos do orador romano Cícero, que o atribuiu ao poeta Simônides de Ceos.
Este método de associação de uma determinada informação com a imagem mental de um local também é discutido em detalhe por Aristóteles. Recebeu destaque nos escritos do orador romano Quintiliano, pois permitiu que oradores antigos e políticos dessem longas palestras sem anotações.
Foi adaptado por monges e teólogos cristãos e permaneceu popular até o século XVII, quando os sistemas mnemônicos fonéticos se popularizaram.

Memória coletiva

Para os cristãos faz diferença entender como funcionava a percepção de que os povos antigos tinham excelente memória. Se não foi assim, como podemos ter certeza de que as Escrituras preservam com precisão os acontecimentos ocorridos séculos antes? Além disso, os evangelhos só foram escritos décadas após a morte de Jesus.
Diferentes estudiosos têm se voltado para o estudo da memória e da teoria da memória social, em particular para explicar a relação entre o que realmente aconteceu e os eventos registrados no Novo Testamento.
Por exemplo, o biblista Richard Bauckham, autor do livro “Jesus and the Eyewitnesses” [Jesus e as Testemunhas], analisa minuciosamente como as memórias de testemunhas oculares da vida de Jesus impactaram a tradição subsequente.
Os professores Chris Keith e Anthony Le Donne, especialistas em teoria da memória social e estudo do Novo Testamento defendem que mesmo que as pessoas tivessem excelentes memórias no mundo antigo, essas memórias poderiam ter sido “filtradas” pelas gerações subsequentes.
Em seu livro Jesus against the Scribal Elite [Jesus contra a elite dos escribas] Keith monstra que no primeiro século cristãos tinham relatos diferentes sobre como Jesus era. Contudo, nem mesmo memória individual pôde se impor sobre a memória coletiva. Com informações de The Daily Beast

sábado, 8 de outubro de 2016

História de herói de guerra cristão que não usava armas vira filme

Dirigido por Mel Gibson, filme foi aplaudido durante 10 minutos no Festival de Veneza
por Jarbas Aragão




“Até o Último Homem”, novo filme do diretor Mel Gibson, mostra uma história real que se passa na Segunda Guerra Mundial. Baseia-se na vida de Desmond Doss, um soldado cujas crenças cristãs o impediam de pegar em armas.
O longa estreia nos EUA em no dia 4 de novembro e só chega ao Brasil em janeiro do ano que vem. Mesmo assim, já é tratado como um sério candidato ao Oscar. Exibido como pré-estreia no 73º Festival de Veneza, semana passada, foi aplaudido durante 10 minutos pelo público presente.
Interpretado por Andrew Garfield, o soldado Doss foi um herói de guerra, tendo recebido uma medalha de honra após salvar 75 soldados feridos durante a batalha de Okinawa, no Japão, em 1945.
Sua crença religiosa fez dele um soldado diferente, pois não carregou armas durante os confrontos. Para os demais, foi considerado um inútil e sofreu grande rejeição. Porém, sua atuação no campo de guerra mostrou ser um homem extremamente corajoso, que se arriscava para salvar seus companheiros.
Doss era membro de uma igreja Adventista do Sétimo Dia e embora fosse um pacifista, acreditava que não podia ignorar a guerra que seu país acabara de entrar. Ainda que no início de sua trajetória no exército tenha sido desprezado, rapidamente se tornou um herói provando possuir uma coragem extraordinária.
A fé cristã do soldado é parte essencial do roteiro, mostrando como ela acabou por influenciar também seus companheiros de tropas. Raridade em Holywood, essa visão positiva sobre um cristão é responsabilidade de Gibson.

Além do sucesso “A Paixão de Cristo”, de 2004, o diretor já avisou que fará outro filme sobre Jesus,mostrando o que aconteceu depois da ressurreição.

Assista ao trailer:


Fonte: Gospel Prime

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