O que tenho visto na quarentena

Artigo de opinião sobre o envolvimento da Igreja com a política partidária

A RES É PÚBLICA, MAS A COSA É NOSTRA - Por Ed René Kvitz

O pastor da Igreja Batista da Água Branca, publicou em sua página no Facebook primeiro em 2012 e em 2014 em meio às eleições daquele ano, repostou o mesmo. Resolvi postá-lo, pois a meu ver, vivemos um momento igual ou ainda mais profundo no que tange a relação entre a igreja e o Estado. Boa Leitura

Prédio da Assembleia de Deus será hospital de campanhas

Unidade ficará responsável por atendimentos clínicos.

Igreja faz leitura completa da Bíblia em live com mais de 72 horas

Objetivo foi incentivar a leitura bíblica e levantar doações para pessoas necessitadas.

Portal Ubuntu Notícias lança vídeo com mensagens de conforto de líderes religiosos

Diante do atual problema da pandemia do Corona Vírus, a blogueira pediu a líderes religiosos de diferentes fés, que gravassem e enviassem uma pequena mensagem de esperança

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Jennifer Garner comenta como o filme Milagres do Paraíso inspirou sua vida.

De certa forma o filme me escolheu, explica a atriz



Estrelando o longa Milagres do Paraíso que entra em cartaz no Brasil, no dia 21 de abril, a a atriz Jennifer Garner compartilha a importância dessa experiência para sua carreira e vida pessoal. Distribuído pela Sony Pictures a película mostra que “não existe outra força nesse universo igual a uma mãe determinada a salvar seu filho. Christy é feroz. Ela é como uma leoa e ela vira uma verdadeira campeã na busca da cura de sua filha”, comenta o produtor DeVon Franklin.
Portanto, encontrar uma atriz que daria tudo de si por uma complexa e brava atuação, sem deixar o público perder a conexão com ela seria uma tarefa muito árdua. Mas, a combinação perfeita estava na ganhadora do Globo de Ouro® Jennifer Garner, conhecida por personagens em produções como “Alias”, “De repente 30” e “Clube de Compras Dallas”. Além disso, esse era um papel diferente do que Garner já havia enfrentado – e ela mergulhou nele 100%.
Segundo a diretora, Patrícia Riggen, “Jennifer tem três filhos que ama e logo entendeu a situação de Christy. A forma como ela retrata Christy a torna tão humana e tão real, que eu acho que é por isso que as pessoas irão se identificar com ela”.
Garner logo sentiu uma conexão inegável e potente com o papel. “De certa forma 
Milagres do Paraíso (Miracles From Heaven) me escolheu”, explica. “Na noite em que li o roteiro eu praticamente não dormi. A história dessa família era tão tocante para mim e lembro-me de me sentir agradecida por minhas três filhas saudáveis estarem dormindo logo ali no fim do corredor”.
Essa ansiedade sumiu logo pela manhã, sendo substituída pelo sentimento de que ela faria o que fosse possível para que tudo funcionasse. “Eu acordei sabendo que precisava fazer isso”, relembra. “Era como se algo tivesse sido lançado para mim e eu disse ‘Sim’”.
Os cineastas estavam empolgados por terem dado o papel principal para Garner. DeVon Franklin diz: “Christy é a mãe dinâmica perfeita, que ilustra o espírito de devoção à família. Jennifer tem as mesmas qualidades. Ela pode ser uma grande estrela de Hollywood, mas sua prioridade número um são seus filhos. Esse combo de coração, candura, integridade e acessibilidade fazem a sua versão de Christy ser tão real”.
Conhecer Christy Beam só aumentou a inspiração de Garner. “Ver o mundo através dos olhos de Christy foi um presente para mim. Isso me deu perspectiva”, diz. “Essa é a primeira vez que passo tanto tempo com a pessoa que estou interpretando. E eu sabia que iria amá-la antes mesmo de conhecê-la. A força que ela mostrou é algo que almejo como mãe. Eu gosto da fé tranquila dela. Eu amo seu relacionamento com Kevin. E eu amo sua incrível e doce família”.
O questionamento de Christy sobre o quanto sua fé, ou o que seja, é suficiente para mantê-la de pé durante uma luta tão inesquecível, foi importante para Garner.  “Para mim, é isso que torna essa história tão humana”, relata Garner. Confira essa cena inédita, aqui! “Você entende quando Christy, ao ver sua filha sofrer tanto, pensa alto ‘Espera aí, onde está você Deus?’. Mas acho que ela toma isso como um desafio e um compromisso de trabalhar duro para acreditar novamente”.
Como Christy, Garner começou a ver cada vez mais o quanto os pequenos e persistentes milagres ajudaram a família sobreviver, tanto quanto o acidente da árvore. “Eles tem esse grande milagre acontecendo em suas vidas, mas um milagre também é alguém como Angela aparecendo e se tornando uma amiga”, observa. “Milagre é ver médicos saindo de suas rotinas para ajudar. Milagre é o amor resistente de uma família unida. Todos nós temos batalhas na vida, mas eu acredito que existem milagres em toda a parte – cada bebê que nasce, cada flor que floresce. Nós temos sorte de vivermos em um mundo cheio de belezas”. 
Com informações da Assessoria de Imprensa da Affirm Films, Sony Pictures e 360 Way Up

Confira o Trailer do filme abaixo:

terça-feira, 12 de abril de 2016

Pastor inicia “igreja sem paredes” só com moradores de rua

“É sujo e doloroso, mas vale a pena”, explica o pastor Jerry Vineyard
por Jarbas Aragão

O pastor Jerry Vineyard estava em um momento difícil de seu ministério. Depois de passar uma década como membro da equipe pastoral em duas igrejas e depois assumir como pastor principal, estava insatisfeito. “Eu não sabia o que fazer. Todos os meus problemas pareciam estar sendo causados pela necessidade de possuir um edifício”, desabafa.
Depois de algum tempo, começou a perceber que “talvez eu poderia começar uma igreja sem um edifício.” Decidiu então iniciar um trabalho totalmente diferente e chamou outro pastor. Surgia o ministério Under Over, voltado para cultos fora do templo onde pregava aos domingos.
Eles faziam cultos em um lugar diferente a cada fim de semana. Isso inclui parques, centros sociais e lares de idosos. No entanto, logo percebeu que ele não poderia discipular pessoas que viviam em constante movimento.
Os dias passaram e as coisas ficaram difíceis. Jerry perguntava a Deus o que ele devia fazer. Um dia, entrou no santuário de sua igreja e começou a orar e cantar. Foi interrompido por uma moradora de rua que entrou na igreja e pediu: “Você pode me ajudar?”. Foi então que ele percebeu que precisava começar uma igreja “sem paredes”, para qualquer pessoa que desejasse participar.
Agora, cinco anos depois, essa igreja cresceu e continua se reunindo no Parque Heritage Place, na cidade de Conroe, no Texas.  Segundo o site oficial, o ministério tem como pilares a oração, o evangelismo e o discipulado. Todos os domingos eles se reúnem para um tempo de louvor, oração e depois fazem refeições comunitárias.
Atualmente eles reúnem cerca de 75 membros, metade são moradores de rua. Mantém duas casas de passagem, como programas de “transição e de reabilitação” para homens e mulheres que desejam sair das ruas e voltarem a ter uma vida “normal”.
O pastor Vineyard lamenta que “na maioria das igrejas, tanto dinheiro é investido em um prédio que acaba sendo utilizado apenas três ou quatro horas por semana”. E avisa: “Se eu fosse comprar um prédio hoje seria para usá-lo 24 horas, sete dias por semana”.
Parte do problema das igrejas, em sua opinião, é que elas “terceirizaram seus ministérios para outras organizações cristã, mas Jesus nunca disse que o chamado para servir os necessitados deveria ser de organizações eclesiásticas, mas sim de todo o corpo de Cristo”.

Enfatiza ainda que não é fácil. “Você vai sujar as mãos e vai se envolver na vida de pessoas com muitos problemas. É sujo e doloroso, mas vale a pena”, enfatiza. Com informações de Gaceta Cristiana
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Reflitamos #6

Graça e Paz, na postagem de hoje damos sequência à série que consiste na postagem de imagens para que servem para nossa reflexão. Que fale ao coração de todos!




quinta-feira, 7 de abril de 2016

Deus Não Está Morto 2 estreia em mais de 120 cidades no Brasil.






A produção distribuída pela California Filmes estreia hoje (07/04) nos cinemas pelo Brasil, e já conquistou elogios de diversos líderes e personalidades que compareceram nas pré-estreias do longa pelo país.
Confirmando a importância do tema abordado pelo filme o Pr. Odirlei Lanaro, líder de jovens na Assembleia de Deus em Santo André, diz “eu trabalho com um grupo de jovens, e tenho certeza que esse filme vai impactar sua vida. Então, Brothers vão nos levantar e ir aos cinemas para assistir Deus Não Está Morto 2”.
O Pr. Adhemar de Campos, músico e compositor, concorda e completa ao dizer que “o filme nos traz a reflexão a respeito de toda a perseguição que o evangelho tem sofrido. Além disso, faz a seguinte pergunta qual seria nossa reação como cristãos diante de uma imposição que cerceasse nossa liberdade de culto?” Ele aproveita e convida o público para comparecer aos cinemas na estreia e ser desafiado assim como a professora Grace no longa a compartilhar sua fé.
A atriz Maísa Silva, ficou empolgada e recomenda “eu já assisti ao primeiro filme com toda minha família e assistir ao Deus Não Está Morto 2 foi uma experiência incrível. Além disso, minha cena favorita no novo longa sem dúvida foi a parte que o coral canta a música para a professora, fiquei muito emocionada”.

A produção será exibida em aproximadamente 129 cidades pelo Brasil confira a lista abaixo, mas esse número pode aumentar de acordo com presença do público nos cinemas. Portanto, os primeiros dias são fundamentais para a permanência do filme nas telonas e comparecer nos cinemas na primeira semana de exibição é primordial.
Além disso, para essa película os exibidores estão abrindo ao público a possibilidade de fazer sessões exclusivas para grupos, com valores especiais, fazendo a reserva da sala por meio do e-maildeusnaoestamorto2@californiafilmes.com.br.

Com Informações da Assessoria de Imprensa da Califórnia Films e 360WayUp
Confira o cinema mais próximo e assista ao filme "Deus Não Está Morto 2":













quarta-feira, 6 de abril de 2016

Última Ceia tinha feijão e carne de cordeiro, diz pesquisa

Arqueólogos estudaram diversos materiais para encontrar o que foi servido além do pão e vinho
por Leiliane Roberta Lopes

Uma pesquisa recente sobre a culinária palestina na época de Jesus afirma que além do pão sem fermento e do vinho, a Última Ceia também serviu guisado de feijão, carne de cordeiro, azeitonas, ervas amargas, um molho de peixe e tâmaras.
O estudo foi feito por dois arqueólogos italianos que utilizaram os versículos da Bíblia sobre esse momento, escritos judaicos, antigas obras romanas e dados arqueológicos.
Generoso Urciuoli, arqueólogo no centro Petrie, na Itália, e Marta Berogno, arqueóloga e egiptóloga no museu egípcio de Turim, também da Itália, são os responsáveis por essa pesquisa que será publicada em um livro no próximo mês com o nome de “Gerusalemme: L’Ultima Cena” (Jerusalém: a Última Ceia).
O material recolhido por eles foi suficiente para que os arqueólogos encontrassem informações sobre os hábitos alimentares em Jerusalém no início do 1º século d.C. Inclusive, eles descobriram que a Última Ceia não foi servida em mesa retangular, como é mostrado em muitas pinturas de arte religiosas, mas com Jesus e seus apóstolos sentados em almofadas no chão, da mesma forma como os romanos se comportavam naquela época.
“Naquele tempo na Palestina, a comida era colocada em mesas baixas e os convidados comiam em almofadas no chão e tapetes reclinados”, afirma Urciuoli.
Ainda segundo o arqueólogo, “os judeus que observavam as regras de pureza utilizavam vasos de pedra, porque eles não eram suscetíveis à transmissão de impurezas” ou ainda utilizavam como pratos, tigelas e jarros de cerâmica, que era uma tendência internacional naquela época.
A posição que Jesus e seus apóstolos se sentaram também seguia uma regra precisa onde os convidados mais importantes se sentavam à direita ou à esquerda do convidado principal.
“Versos dos evangelhos de João indicam que Judas estava muito perto de Jesus, provavelmente, à sua esquerda imediata. De fato, somos informados de que Judas mergulhou o pão no prato de Jesus, seguindo a prática de compartilhar alimento de uma bacia comum”, diz Urciuoli.
Eles também utilizaram a pesquisa para encontrar os alimentos servidos no jantar de Páscoa que foi o último dia de Jesus com seus discípulos.
Para encontrar o menu do jantar, eles usaram passagens bíblicas como a Festa dos Tabernáculos, as bodas de Caná (onde Jesus transformou água em vinho), e o banquete de Herodes (quando a cabeça de João Batista foi pedida).
“O casamento em Caná nos permitiu compreender as leis dietéticas religiosas judaicas, conhecidas como kashrut, que estabelecem quais alimentos podem e não podem ser comidos e como eles devem ser preparados. Por outro lado, o Banquete de Herodes nos permitiu analisar influências culinárias romanas em Jerusalém”, explicou o arqueólogo.
Por isso, os estudos revelam que além do pão sem fermento e do vinho, foi servido: tzir, uma variante do garum, molho de peixe romano; carne de cordeiro; cholent, um prato de guisado de feijão cozido em fogo muito baixo e lento; azeitonas com hissopo, uma erva com um sabor de hortelã; ervas amargas com pistaches e charosset de tâmaras; além de pasta de nozes.

“Ervas amargas e charoset são típicos da Páscoa, o cholent é comido durante as festividades, enquanto o hissopo também era consumido em uma base diária”, aponta o estudioso. Com informaçõesHype Science
Fonte: Gospel Prime

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