O que tenho visto na quarentena

Artigo de opinião sobre o envolvimento da Igreja com a política partidária

A RES É PÚBLICA, MAS A COSA É NOSTRA - Por Ed René Kvitz

O pastor da Igreja Batista da Água Branca, publicou em sua página no Facebook primeiro em 2012 e em 2014 em meio às eleições daquele ano, repostou o mesmo. Resolvi postá-lo, pois a meu ver, vivemos um momento igual ou ainda mais profundo no que tange a relação entre a igreja e o Estado. Boa Leitura

Prédio da Assembleia de Deus será hospital de campanhas

Unidade ficará responsável por atendimentos clínicos.

Igreja faz leitura completa da Bíblia em live com mais de 72 horas

Objetivo foi incentivar a leitura bíblica e levantar doações para pessoas necessitadas.

Portal Ubuntu Notícias lança vídeo com mensagens de conforto de líderes religiosos

Diante do atual problema da pandemia do Corona Vírus, a blogueira pediu a líderes religiosos de diferentes fés, que gravassem e enviassem uma pequena mensagem de esperança

terça-feira, 29 de maio de 2018

Pastor lança programa para ajudar cristãos a se livrarem da pornografia

Após perder seu ministério, Greg Oliver acredita que falta apoio a quem luta contra isso

por Jarbas Aragão


Para muitos líderes cristãos, em tempos de internet a pornografia é um grande desafio. Diferentes pesquisas indicam que há um número crescente de pessoas ‘presas’ a essa prática, comparada a um vício.
Greg Oliver, um pastor do Alabama (EUA), perdeu seu ministério em 2009, após seu vício de 17 anos por sexo e pornografia ser sido exposto. Recentemente, ele e sua esposa Stacey decidiram recomeçar, agora que ele encontrou a cura. Seu desejo é ajudar outros a superar a dependência sexual e suas terríveis consequências.
O casal pastoral iniciou um trabalho que chama de ‘cuidado e recuperação” em março de 2018. Oliver revela que antes que seu segredo fosse exposto, pensava que poderia vencer sozinho seus maus hábitos. Tudo desmoronou no dia em que ele enviou um e-mail pedindo ajuda para um líder que ele achava que podia lhe ajudar. Essa pessoa acabou expondo a situação para toda a igreja.
“Havia uma parte de mim que todo mundo conhecia. Eu era o pastor que cuidava da adoração, liderava o grupo de louvor, ensinando a igreja sobre adoração. Mas outra parte ninguém – nem mesmo minha esposa – via. Eu lutei contra o pecado sexual e vício em pornografia por anos, sem conseguir me livrar”, testemunha.
O pastor acredita que foi “tolice pensar que eu seria capaz de derrotar isso por conta própria, pois foi ficando cada vez pior”. Sua vida dupla afetou o relacionamento que com sua esposa de forma devastadora.
Ele conta que o vício começou na adolescência. “A pornografia ensina lições erradas sobre sexo. Ela ensina que você está no controle e não precisa mostrar-se vulnerável”.
Somente quanto tudo veio à tona, graças ao apoio de bons amigos cristãos e um programa de “desintoxicação”, Oliver e Stacey conseguiram restaurar o que havia sido quebrado e encontraram a cura.
Agora, eles estão divulgando o “Despertar da Recuperação” um programa ministerial que busca ajudar cristãos que enfrentam lutas semelhantes. “Mesmo depois de tudo que passamos, ainda ficamos impressionados com a quantidade de pessoas que já estão nos procurando”, afirmou Stacey. “Sabemos que é difícil alguém sair sozinho. É mais complicado que somente falarmos aos outros que precisam parar. Deus permitiu que passássemos por tudo isso, e vamos continuar falando sobre isso a quem quiser ouvir”, garante. Com informações de Christian Post
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Instituição salva centenas de vidas com tratamento anti-suicídio

“As pessoas não querem morrer, querem acabar com a dor que estão sentindo”, diz fundadora.

por Jaqueline Freires

Centro Débora Mesquita. (Foto: Divulgação)

O suicídio é a segunda causa de morte entre os jovens no país. O mapa da violência mostra que por dia 32 pessoas tiram sua própria vida, vítimas de transtornos mentais. O Brasil tem um déficit muito grande de serviços de tratamento preventivo e por falta de informação, muitas pessoas sofrem sem receber o acompanhamento adequado.
Isso aconteceu na família Mesquita. Após sofrer uma perda traumática e constatar que os serviços de urgência não estão preparados para lidar com a situação, a escritora Késia Mesquita resolveu transformar todo seu sofrimento em esperança e fundou em 2013 o Centro Débora Mesquita. A instituição oferece acompanhamento psicológico gratuito para pessoas em situação de risco.
“Nós fundamos o centro porque até então não tinha nenhuma ONG evangélica que fizesse esse serviço de prevenção e posvenção do suicídio e que tratasse esse assunto específico”, contou a fundadora.
A ONG é localizada em Teresina, Piauí. Uma das personalidades que apoiam o projeto é a cantora Cristina Mel, que viveu uma situação semelhante em sua adolescência. Cristina palestrou no início do mês no CDM.
O instituto entende a importância da informação, por isso também atua conscientizando a sociedade sobre causas, sintomas e tratamentos disponíveis aos transtornos psíquicos.
O centro foi a primeira instituição nesse formato na cidade. O espaço atende cerca de 35 pessoas por semana e desde a sua fundação já fez mais de quatro mil atendimentos.
“Até hoje desde a nossa fundação, não perdemos ninguém, para a glória de Deus. Isso comprova que as pessoas podem sair de uma crise, porque não querem morrer, na verdade querem acabar com a dor que estão sentindo no momento”, conta.
O centro atua com 20 profissionais voluntários, dentre eles psicólogos e palestrantes. “A depressão tem tratamento, os transtornos têm tratamento e eles podem sim ser prevenidos se as pessoas conhecerem os sinais, os dispositivos de saúde mental”, disse Késia fazendo um alerta em seguida.
“Precisamos entender que a pessoa que crê em Deus por mais espiritual que seja ela também possui um sistema nervoso e também está vulnerável a esse tipo de doença. Sabemos que a fé é um fator de proteção, mas isso não torna a pessoa imune à doença”, explica.
Como tudo começou
Débora Mesquita, jovem vítima de transtorno mental que deu nome ao centro. (Foto: Divulgação)
A instituição foi fundada um ano após Késia perder sua irmã Débora Mesquita, que sofria de transtorno bipolar. Após passar pela experiência traumática, a jovem também teve um episódio depressivo grave e se não fosse ajuda psicológica e espiritual que recebeu, não estaria viva para contar a história e dar início ao projeto.
Durante esse período, Késia percebeu que muitas famílias sofriam por ter alguém com transtorno e não tinham informação sobre como agir em momentos de crise.
“Depois que eu adoeci, vi que faltava informação quanto aos transtornos mentais e tratamentos. Ainda há um estigma muito grande em relação as pessoas que precisam de ajuda, principalmente dentro das igrejas. Há uma tendência das pessoas espiritualizarem tudo e muitas pessoas depois que entram pra igreja tendem a largar o tratamento. Por causa disso, muitas vezes essas pessoas precisam ser internadas muito piores do que na situação anterior”, contou.
O centro hoje é reconhecido como instituição de utilidade pública e pioneiro na região com esse tipo de tratamento. Mesmo assim não conta com ajuda governamental e é mantido unicamente através de doações. Quem puder ajudar, pode fazer a sua contribuição diretamente no site do instituto.
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Eu Só Posso Imaginar: Pré-estreias emocionam capitais do país

Artistas marcam presença em oito eventos espalhados pelo Norte, Nordeste e Sudeste do Brasil
Cerca de 400 pessoas estiveram na pré-estreia do Rio de Janeiro. Já foram oito prés. Curitiba, Goiânia e Manaus receberão o filme nos próximos dias.
A Paris Filmes em parceria com a 360 Way Up realizou pré-estreias de “Eu Só Posso Imaginar” em diversas capitais brasileiras. Sessões exclusivas para representantes da mídia, influenciadores e líderes cristãos de São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Belém, Recife, Fortaleza e Rio de Janeiro foram realizadas entre os dias 15 e 21 de maio.

Nos cinemas a partir de 31 de maio“Eu Só Posso Imaginar” já emocionou cerca de 2 mil espectadores nos eventos de lançamento. A produção narra a biografia de Bart Millard, vocalista da banda MercyMe e compositor da canção que se tornou o maior sucesso do grupo até hoje.

Com um lembrete comovente sobre o poder do perdão, amor e restauração, “Eu Só Posso Imaginar”  ilustra lindamente que ninguém está sempre muito longe do amor de Deus ou do céu. Marine Friesen que faz parte também do ministério Diante do Trono, esteve presente na pré-estreia do filme no Rio de Janeiro e comprovou: “O filme é um testemunho maravilhoso do agir poderoso do Senhor, transformando pessoas e situações tão difíceis. Oro pra que o cinema seja o lugar do encontro com Deus e que muitos que ainda nem o conheciam, comecem a imaginar como será no dia em que nos encontrarmos com Ele e cantarolar... Cercado por Tua Glória o que eu irei sentir, Será que eu vou dançar, ou de joelhos vou cair...", comentou a cantora que participou também do vídeo clipe junto com Ana Paula Valadão citando um trecho da canção tema.

Quem também conferiu o filme foi o pastor e cantor Chris Duran que gravou a canção alguns anos atrás e ficou admirado em descobrir mais sobre a mensagem principal do filme “Houve um grande interesse da minha parte em conhecer, pois, até o dia de hoje por onde vou essa música marca muitas vidas. Um filme que trata o perdão e a reconciliação. Não há duvidas! Muitos lares do mundo se espelharão através dessa historia tocante. Recomendo!”.

Eu Só Posso Imaginar conta com as atuações de J. Michael Finley como Bart e Dennis Quaid como Arthur. A direção fica a cargo dos irmãos Erwin (diretores de “Bebê de Outubro”, “Mamãe: Operação Balada” e “Woodlawn”) e tem produção de Kevin Downes (“Corajosos”).
 
Diversos artistas marcaram presença. Confira fotos abaixo:
De cima para baixo da esquerda para a direita: Ana Nóbrega, Jairo Bonfim, Nani Azevedo e esposa, Sarando a Terra Ferida, Fernandinho, Paula, Emerson Pinheiro, Fernanda Brum, Denise Gonçalves e Samuel Silva, Bené Gomes e esposa, Chris Duran, Marine Friesen,Vaneyse, Suelen e Franklin Medrado, David Cerqueira, Diego Karter e noiva, L-Ton, Davi Fernandes e esposa, Fernandinho e Paula, No Santuário, Ygor Siqueira, Isaac Ramos, Fernanda Brum e Emerson Pinheiro, Pastores Josué e Bianca Valandro. Fotos: Paulo Tauil

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Filme Eu Só Posso Imaginar anuncia parceria com o Ministério dos Direitos Humanos

Com o lançamento, Paris Filmes divulgará ao público canais de denúncias
Em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos, a Paris Filmesanuncia que o lançamento do filme “Eu Só Posso Imaginar” (I Can Only Imagine) será acompanhado por uma ação inédita e colaborativa entre a distribuidora e o órgão federal.

Com estreia oficial agendada para 31 de maio e sessões de pré-estreias pagas nos dias 18, 19, 20, 25, 26 e 27 de maio, as exibições do longa-metragem protagonizado por Dennis Quaid e J. Michael Finley serão precedidas por uma vinheta do Ministério, com 30 segundos, que convida os espectadores a denunciar violações contra crianças e adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência, população LGBT, pessoas em situação de rua e discriminação racial. Para conferir a vinheta, acesse: https://www.facebook.com/ParisFilmesBR/videos/1850431675018378/.

Os canais divulgados no vídeo são o Disque 100, o aplicativo Proteja Brasil, e o site Humaniza Redes (http://www.humanizaredes.gov.br/). Nos Estados Unidos, a Lionsgate, responsável pela distribuição do filme no país, promoveu uma ação semelhante com o Chat About Faith (https://chataboutfaith.com/), um canal idealizado para auxiliar pessoas em situação de risco pessoal e social.
Dirigido pelos irmãos Andrew Erwin e Jon Erwin (de “Mamãe: Operação Balada”), Eu Só Posso Imaginar” retrata a história de Bart Millard [J. Michael Finley], um jovem que viveu uma infância conturbada aos ser deixado pela mãe aos 11 anos de idade e sofreu com o pai abusivo, interpretado por Dennis Quaid.

Criada por Bart Millard, a música ‘I Can Only Imagine’ é o single de maior sucesso do grupo e exprime sua jornada autobiográfica de superação e fé. A produção narra a conturbada relação de Bart com sua família e seu encontro com a fé por meio da música. Enquanto Millard se distancia do convívio com seu pai, ele persegue o sonho de cantar e usa sua dor como inspiração para desenvolver sua carreira. Nesta missão, o artista reencontra o amor, e é surpreendido por ensinamentos de fé, que irão ajudá-lo a perdoar e transformar seu pai.

A canção que inspirou o filme ganhou dois Dove Awards em 2002, dos quais um foi na categoria "Música Pop/Contemporânea do Ano" e outro na categoria "Música do Ano". Millard também ganhou na categoria "Compositor do Ano". No Brasil, artistas como Ana Paula Valadão, Chris Duran, Eduardo e Silvana e Dayan Paiva já regravaram a música.

Sobre o Disque 100        
O Disque 100 é o maior serviço brasileiro de recepção de denúncias de violações de direitos humanos. O canal é gratuito e mantém o sigilo dos denunciantes. Além de receber denúncias, a central encaminha os casos para uma rede de proteção composta por entidades que possam ajudar a evitar e interromper as violações, como o Ministério Público, instituições de assistência social e de segurança pública. Em 2017, o Disque 100 recebeu mais de 142 mil denúncias.

O Ministério dos Direitos Humanos está nas redes sociais, nos canais:  facebook.com/direitoshumanosbrasilinstagram.com/min_direitoshumanos e twitter.com/dhumanosbrasil.  
O filme vai retratar a relacão difícil entre o pai Arthur ( Dennis Quaid) e Bart ( J Michael Finley)



Com informações da Assessoria de Imprensa da 360 WayUp

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Número de protestantes tem queda acentuada nos EUA, revela pesquisa


O número de protestante caiu drasticamente nos EUA nos últimos 15 anos, com apenas 36% dos americanos se identificando como protestantes no ano passado, em comparação com 50% em 2003, de acordo com uma nova pesquisa da ABC News .
O declínio entre o que continua a ser o grupo religioso predominante do país inclui uma queda de oito pontos no número de protestantes brancos evangélicos, segundo o estudo da ABC News e das pesquisas do Washington Post feitas pela Langer Research Associates .
Enquanto isso, a proporção de cristãos em geral diminuiu de 83% da população adulta em 2003 para 72% em média no ano passado. No mesmo período, o número de americanos que dizem que não têm religião quase dobrou, chegando a 21%.
A auto-identificação católica manteve-se estável durante este período, com 22 por cento. A proporção de adultos que se identificam com outras religiões – incluindo Testemunhas de Jeová, Mórmons e Ortodoxa Grega ou Russa – aumentou modestamente, de 11 para 14%.
Esta análise é baseada em um grande conjunto de dados – 174.485 entrevistas por telefone de amostra aleatória nas pesquisas ABC News e ABC News / Washington Post realizadas de 2003 a 2017.
Entre todos os protestantes, 56% dizem atualmente que são evangélicos ou nascidos de novo; que também se mantém estável desde 2003, com declínios virtualmente iguais no número de pessoas que dizem ser protestantes evangélicos ou não-evangélicos, abaixo de sete e seis pontos, respectivamente.
Protestantes brancos evangélicos – 80% dos quais apoiaram a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos – viram sua parcela da população adulta total cair de 21% em 2003 para 13% no ano passado. Enquanto isso, os protestantes brancos não evangélicos passaram de 17 para 11%.
Segundo o estudo, a maioria dos protestantes não se identifica como protestante, mas como membro de uma denominação protestante em particular – batista, metodista, luterana, pentecostalista, presbiteriana, episcopal e outras.
A análise também apontou que a estabilidade na parcela da população que é católica é em parte, pelo menos, pelo fato de que metade dos hispânicos se identificam como católicos. No entanto, mesmo entre brancos não-hispânicos, a parcela de católicos manteve-se praticamente estável – 22% em 2003 e 20% agora.
O número de adultos que não expressam afiliação religiosa aumentou de 12% em 2003 para 21% em 2017; isso inclui três por cento que dizem ser ateus, três por cento agnóstico e 15 por cento que dizem não ter religião. As proporções eram semelhantes há 15 anos, segundo os dados.
Como é de se esperar, os protestantes brancos evangélicos são um grupo republicano central; 48% se identificam como republicanos, 31% como independentes políticos e apenas 14% como democratas. Da mesma forma, 53% dos mórmons são republicanos, 34% independentes e 9% democratas.
Fonte: The Christian Times
Retirado do site Folha Gospel

Dia das Mães: conheça a história da evangélica que inspirou a criação da data


O Dia das Mães é uma data comemorativa que surgiu em homenagem a uma evangélica que atuava em ações de assistência social nos Estados Unidos e após sua morte se tornou símbolo da dedicação das mulheres ao cuidado dos filhos.
Anna Reeves Jarvis, mãe de doze filhos, começou sua jornada de ajuda aos necessitados reunindo mães em torno de causas sociais em West Virginia (EUA). Em 1858 ela criou os clubes “Dias de Trabalho das Mães”, com foco na redução da mortalidade de filhos de famílias de trabalhadores.
Posteriormente, Anna Reeves Jarvis – que era membro da Igreja Metodista – organizou o Dia da Amizade das Mães, que tinha como propósito reunir famílias e vizinhos separados por posicionamentos diferentes no debate que resultou na Guerra Civil dos EUA, além de oferecer ajuda aos feridos nesses encontros.
Em 1905, após seu falecimento, uma das filhas de Anna – que havia recebido o mesmo nome da mãe – passou a lutar pela criação de uma data que celebrasse oficialmente as mães norte-americanas. Anna Jarvis queria, não apenas honrar a memória de sua mãe, mas também homenagear todas as demais.
Dessa forma, com o apoio da Igreja Metodista, ela passou a organizar uma campanha com realização de cultos para conscientizar os irmãos na fé sobre a importância da data. Logo, outras igrejas abraçaram a ideia, pois viram que essa data comemorativa se tornaria um importante símbolo da família.
Levou anos até que o segundo domingo de maio fosse escolhido e oficializado, por lei nos Estados Unidos, como o Dia das Mães. Somente em 1914 a data foi instituída, mas desde então a homenagem se solidificou e alcançou o status de tradição.
Embora, nos anos seguintes, o comércio tenha se aproveitado da data comemorativa para criar uma oportunidade de aquecimento nas vendas, até hoje as famílias se reúnem no segundo domingo de maio para celebrar, e inúmeras denominações evangélicas fazem programações especiais para os cultos.
De acordo com a pesquisadora Magali do Nascimento Cunha, doutora em Comunicação Social e professora de diversas matérias da Faculdade de Teologia da Universidade Metodista de São Paulo, o viés comercial frustrou a filha de Anna Reeves Jarvis de tal forma que ela se tornaria uma crítica da data nos anos seguintes.
“Em 1923, Jarvis até passou a militar contra a data que ela própria havia criado. Nos anos 1930 ela chegou a ser presa, acusada de perturbar a paz de um encontro [de um] grupo de Mães da Guerra Americana, ao protestar contra a comercialização de flores. Anna Jarvis não teve sucesso na recuperação do sentido do Dia das Mães: morreu em 1948, cega, pobre e sem filhos”, recapitulou a pesquisadora, em um artigo escrito para a revista Carta Capital.
“Mais de cem anos depois da primeira comemoração oficial do Dia das Mães, pode parecer vã qualquer nova campanha pela recuperação do seu sentido original. Não deixa, porém, de ser um bom exercício pensar na data de forma menos estereotipada e comercial. Não seria um meio de honrar mães, presentes e ausentes, destacar aquelas que, como a Anna Jarvis do passado, são ativistas na promoção da vida e da paz?”, questionou Magali.
Em tempos de pensamento progressista, em que o Dia das Mães – assim como a data que celebra os pais – está sob intensos ataques que intentam substitui-lo pelo “Dia dos Cuidadores”, é importante resgatar a história de origem da celebração e também a postura evangélica na sociedade, com exercícios práticos de amor ao próximo e justiça social, demonstrando o viés mais imediato da mensagem do Evangelho.
Fonte: Gospel Mais

terça-feira, 8 de maio de 2018

Eu Só Posso Imaginar: Como uma história de vida dolorosa se tornou hit cristão


Na foto, os atores J. Michael Finley e Dennis Quaid interpretando o cantor Bart Millard e seu pai, Arthur
Criada por Bart Millard, vocalista da banda norte-americana MercyMe, a música “Eu Só Posso Imaginar” é o single de maior sucesso do grupo. A canção, uma das músicas cristãs mais populares já gravadas nos EUA, inspirou o filme homônimo que será lançado pela Paris Filmes no próximo dia 31 de maio.

Apesar do enorme sucesso, a maioria dos ouvintes não conhece a história por trás dessas frases poderosas que representam superação e fé. Bart, líder da banda desde 1994, sofreu durante a infância com as brigas exaustivas dos pais, o que ocasionou no abandono da mãe, que o deixou sozinho com um pai abusivo.

Bart se voltou para as páginas mais dolorosas da sua vida para compor “Eu Só Posso Imaginar” quase 20 anos atrás. "É terapêutico conversar sobre isso. Quando falo sobre tudo que aconteceu são cinco minutos entre as músicas ou cantando uma.”, contou em uma entrevista. E sobre ver essa incrível história em um filme, Bart revela. “A primeira vez que vi, foi muito emocionante, pois eu não sabia o que esperar. Como você se prepara para isso?! O filme trouxe emoções que eu passei a maior parte da minha vida tentando enterrar.", exclamou.

No cinema, o ator J. Michael Finley dá vida a Bart Millard. Já o pai será interpretado pelo renomado ator Dennis Quaid. A trama, dirigida pelos irmãos Jon e Andrew Erwin, vai relatar a conturbada relação de Bart com sua família e seu encontro com a fé por meio da música. Nesta missão, o artista reencontra o amor, e é surpreendido por ensinamentos de fé, que irão ajudá-lo a perdoar e transformar seu pai. "Eu me lembro de perguntar a Bart: 'Qual é a experiência de ter escrito “Eu só posso imaginar” e por que as pessoas amam essa música?' E ele disse: "É uma onda de esperança". E eu acho que é isso que o filme oferece." comentou Jon após a premiere do filme nos EUA, onde permaneceu forte por mais de um mês nos cinemas.

A história da canção surpreendeu alguns dos mais próximos de Bart Millard, inclusive a cantora Amy Grant, que inicialmente, seria a pessoa que ele queria que cantasse a música. "Eu tinha realmente gravado a música duas vezes. Mas eu estava em uma transição em minha própria vida. Além disso, ninguém canta essa música como Bart." Interpretada no filme pela atriz Nicole DuPort, Amy Grant, uma das mais influentes cantoras cristãs no mundo, generosamente devolveu a música para Bart e ainda o convidou para cantar “Eu Só Posso Imaginar” em um de seus shows. Amy, que tem sido amiga de Bart até hoje, completa: “Tudo aconteceu do jeito que deveria ser.".


Sinopse – Eu Só Posso Imaginar
A verdadeira e inspiradora história desconhecida por trás da renomada canção ‘I Can Only Imagine’, da banda de MercyMe, que oferece esperança para muitas pessoas em momentos desafiadores da vida. Supreendentemente, a cancão foi escrita em poucos minutos pelo principal vocalista da banda MercyMe, Bart Millard. Mas, sua criação abrange toda uma vida.  
Com informações da Assessoria de Imprensa da 360WayUP

Confiram o Trailer abaixo: 



quinta-feira, 3 de maio de 2018

Descoberta em antiga cidade israelita confirma o relato bíblico

Construção tem ligação com o reino de Davi

por Jarbas Aragão


Uma nova descoberta arqueológica está servindo como prova de que os relatos bíblicos sobre o rei Davi possuem um lastro histórico. Muitos arqueólogos e especialistas questionavam a existência do maior rei de Israel porque não havia “evidências” sobre o período em que ele governou.
“Até 25 anos atrás, ninguém duvidava que o rei Davi fosse uma figura histórica”, explica o professor Avraham Faust, diretor da escavação arqueológica. “Porém, nas últimas décadas a historicidade de Davi e, especialmente, o tamanho de seu reino, foram assuntos calorosamente debatidos”.
Uma descoberta recente poderá pôr fim a esses questionamentos. “A escavação em Tel ‘Eton, localizada na Judeia, a leste das colinas de Hebron, oferece indícios que a extensão do reino era maior do que alguns estudiosos acreditam”, insiste Faust.
As ruínas foram identificadas como a cidade cananeia de Eglom, que lutou contra Israel.
“Nós não encontramos nenhum artefato que dissesse Rei Davi ou Rei Salomão, é claro. Contudo, descobrimos no local sinais de uma transformação social pela qual a região passou, incluindo a construção de um grande edifício em um plano conhecido pelos arqueólogos como ‘a casa de quatro cômodos’ que era comum em Israel, mas que não existia em outro lugar … Já que a origem da mudança parece estar nas terras altas, e como ocorreu na época em que Davi teria vivido, a ligação é plausível”.
Todas as descobertas de Tel ‘Eton foram publicadas por Avraham Faust e Yair Sapir na revista científica Radiocarbon. Após testes de datação, identificaram que a estrutura é do século 10 a.C. Num futuro próximo, eles deverão revelar mais evidências sobre como o local se conecta com a história bíblica. Com informações Relevant e Breaking Israel News
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Atores de “Paulo, o apóstolo de Cristo” falam sobre o filme

“Um filme emocionante e comovente”, diz James Faulkner, protagonista do drama

por Jaqueline Freires


O filme mais aguardado do ano entre os cristãos estreia nesta quinta-feira (03) nos cinemas de todo o Brasil. O longa “Paulo, o apóstolo de Cristo” conta a história do maior perseguidor dos crentes do primeiro século, que após ter um encontro com Cristo, teve sua vida transformada.
O longa de 1h e 46 minutos se passa no final da vida de Paulo, quando ele tinha aproximadamente 71 anos de idade. O drama retrata as dificuldades enfrentadas pelos cristãos do primeiro século que lutam contra as maldades do imperador Nero. Paulo e Lucas encorajam os crentes a se manterem firmes na fé.
No elenco, protagonistas consagrados como James Faulkner (Paulo de Tarso) conhecido por diversos papéis em filmes e séries como “Game Of Trones” e Jim Caviezel (Lucas) que interpretou Jesus Cristo no longa “A Paixão de Cristo”.
Em depoimento disponibilizado pela Sony Pictures através da 360 WayUp ao Gospel Prime, os protagonistas falaram sobre o filme e a mensagem apresentada por ele.
“Um filme emocionante e comovente, com um final maravilhoso. A redenção é oferecida, e é clara”, diz James Faulkner. “Paulo tem uma grande influência e lida com muitas pessoas. Há momentos que ele precisa demonstrar muita coragem e grande estoicismo em face da adversidade, mas é capaz de ser um ser humano genuíno e isso faz com que as pessoas o escutem”, analisa o ator.
Jim Caviezel salienta a mensagem de amor do longa. “Deus nos ama antes dos nossos pecados, depois dos pecados e até durante o nosso pecado. E muitos dizem: ‘não, Deus não tem esse tipo de graça. Deus não tem um coração tão grande’. Ele tem. Ele nos ama”, ressalta o ator que interpreta o médico Lucas.
Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 1 de maio de 2018

Ninguém está além do alcance da graça, diz produtor de “Paulo, o apóstolo de Cristo”

“Houve um cuidado muito grande para que o filme fosse totalmente fiel às Sagradas Escrituras”, afirma roteirista Andrew Hyatt

por Jaqueline Freires


Ninguém está além do alcance da graça, diz produtor de "Paulo"

Anunciado desde o início deste ano, o filme “Paulo, o apóstolo de Cristo” tem a estreia marcada para a próxima quinta-feira (03) nos cinemas de todo Brasil. O longa é protagonizado por James Faulkner, que dá vida ao personagem Paulo, e Jim Caviezel que faz o médico Lucas.
A história tem inicio em Roma, no ano 67 depois de Cristo. Relatos históricos dão conta que um incêndio devastador assola a cidade e o imperador Nero atribui à culpa aos cristãos. Crentes são atirados em um circo sangrento, ou queimados vivos pelas ruas. Nesse contexto, se entrelaça a trajetória do apóstolo Paulo, narrada, como em Atos dos Apóstolos, sob os olhos do evangelista Lucas.
A 360 Way Up divulgou em primeira mão os relatos da equipe de produção disponibilizados pela Sony Pictures. De acordo com o diretor e roteirista Andrew Hyatt, houve um cuidado muito grande para que o filme fosse totalmente fiel às Sagradas Escrituras.
Ele relata que apesar do roteiro mostrar as aflições vividas pelos cristãos daquela época, houve uma preocupação especial em apresentar no filme uma mensagem de amor, graça e misericórdia de Deus, que transforma Saulo, um sangrento perseguidor dos crentes do primeiro século, em Paulo, o maior sintetizador da fé cristã de todos os tempos.
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Jim Caviezel (Lucas) e James Faulkner (Paulo). (Foto: Mark Cassar / Divulgação)
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“Creio que Paulo, acima de tantos outros, sabia o que pecado, misericórdia e graça significaram em sua vida. Ele chegou à conclusão de que o que importa são a graça, a misericórdia e o amor. Sem isso não temos nada. Estou empolgado em contar essa história e oferecer esses temas ao mundo que agora está desesperado para ouvir essas coisas”, salientou o diretor.
A história se passa no final da vida de Paulo e dá atenção especial às passagens famosas do livro de Atos como as prisões e os naufrágios vividos por ele. Outros pontos fortes também são abordados como a relação de cumplicidade com o companheiro Lucas e a fé e amizade com o casal Áquila e Priscila. O filme é cheio de lições importantes do início ao fim.
“No fundo, a mensagem de Paulo é que ninguém está além do alcance da graça de Deus. É uma mensagem muito forte e que o mundo precisa ouvir”, salientou o produtor Executivo Eric Groth.
Assista ao trailer:

Fonte: Gospel Prime

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