O pastor da Igreja Batista da Água Branca, publicou em sua página no Facebook primeiro em 2012 e em 2014 em meio às eleições daquele ano, repostou o mesmo. Resolvi postá-lo, pois a meu ver, vivemos um momento igual ou ainda mais profundo no que tange a relação entre a igreja e o Estado. Boa Leitura
Diante do atual problema da pandemia do Corona Vírus, a blogueira pediu a líderes religiosos de diferentes fés, que gravassem e enviassem uma pequena mensagem de esperança
Nesta quinta-feira (30/11) estreia o filme "A Estrela de Belém" em aproximadamente 400 salas de cinemas no Brasil. Do mesmo estúdio de “Tá Chovendo Hambúrguer” e “Os Smurfs”, "A Estrela de Belém" é lançamento da Sony Pictures, com produção da Affirm Films, estúdio especializado em filmes baseados na fé como “Milagres do Paraíso”, “Ressureição”, “À Prova de Fogo”, entre outros. Usando como o tema central o nascimento de Jesus, história contada de geração em geração durante séculos, "A Estrela de Belém" trás agora aos brasileiros essa linda trajetória através de um novo olhar, o dos animais. Além de ser divertido e cheio de aventuras, "A Estrela de Belém" conta com dubladores já conhecidos do público: a renomada cantora Cristina Mel dubla Maria, mãe de Jesus, enquanto Caíque Oliveira, ator e líder do ministério Jeová Nissi, interpreta o cachorro Tadeu e Vini Rodrigues, do canal Tô Solto, dá voz ao camelo Felix. O filme é dirigido pelo indicado ao Oscar, Timothy Reckart (Head Over Heels)e produzido por DeVon Franklin, que fez produziu também "Milagres do Paraíso" junto com Lisa Henson e Brian Henson e Jenni Magee Cook. Foi escrito e roteirizado por Carlos Kotkin e Simon Moore. Os efeitos especiais ficaram por conta do Cinesite Studio ( Vingadores, Guerra Infinita, Deuses do Egito, X- Men Apocalipse)
Dica: Para saber onde A Estrela de Belém está passando em sua cidade basta acessar www.ingresso.com, escolher a cidade, comprar seu ingresso e correr para os cinemas! Com informações da Assessoria de Imprensa da 360 WayUP
Obra aborda questões difíceis da vida cristã de um jeito fácil de entender
por Raphael Teodoro
Neste mês de outubro chega às livrarias “Cristianismo descomplicado – Questões difíceis da vida cristã de um jeito fácil de entender”, o novo livro de Augustus Nicodemus. Lançado pela Editora Mundo Cristão, a obra aborda questões difíceis da vida cristã de um jeito fácil de entender.
O livro é uma compilação de perguntas selecionadas, feitas pelos ouvintes de um programa de rádio comentado por Nicodemus e que ganhou audiência em várias partes do mundo através das redes sociais, especialmente com o canal no YouTube.
“Meu objetivo neste livro foi tentar responder, de maneira fácil, breve e direta, a muitas das perguntas que os cristãos têm e para as quais gostariam de uma resposta em poucas palavras”, explica Nicodemus.
Ideal para pessoas quem têm dúvidas sobre o cristianismo, a obra é como um livro de consultas, um pequeno manual sobre temas difíceis da Bíblia e da vida cristã. É também leitura ideal para os curiosos sobre o cristianismo e especialmente para os evangélicos que ainda procuram respostas para suas indagações.
“Este livro pretende funcionar como uma espécie de primeiros-socorros para cristãos genuinamente aflitos com perguntas para as quais gostariam, ao menos, de uma direção”, comenta.
Em “Cristianismo descomplicado – Questões difíceis da vida cristã de um jeito fácil de entender”, Nicodemus toca em dúvidas que dão um nó no cérebro de muitos cristãos em assuntos relacionados à fé e à doutrina bíblica.
Tópicos como ideologia de gênero, sofrimento, divórcio e novo casamento, submissão feminina, sexualidade sadia, possessão demoníaca, suicídio e muitos outros são abordados com uma linguagem acessível.
Com tantos assuntos de interesse do público, o autor paraibano já pensa em outras publicações originadas das questões dos espectadores. “Não pretendo esgotar os temas propostos. É bem possível que cada um deles exija um livro inteiro ou mais”, finaliza o autor.
Tumba ao lado do monumento não tinha ossos, lembrando pedido do filho de Jacó em Gênesis 50:25
por Jarbas Aragão
Anualmente, milhões de turistas do mundo todo visitam as margens arenosas do Mar Vermelho, para verem onde Moisés passou quando tirava o povo israelita da escravidão no Egito.
Embora os arqueólogos modernos insistam que os relatos bíblicos não podem ser provados, uma descoberta recente pode mudar esse quadro.
Após anos de pesquisas, o cineasta Timothy Mahoney e sua equipe de pesquisadores revelaram algo que podem confirmar os acontecimentos do Livro de Êxodo, incluindo uma estátua que pode ser a de José.
Em entrevista à WND, Mahoney explica que gravou o documentário “Patterns of Evidence: Exodus” e também lançou um livro sobre sua jornada arqueológica. “Doze anos atrás, comecei uma aventura, uma busca pelo caminho do Êxodo”, lembra o cineasta. “Eu queria mostrar tudo. Mas quando cheguei ao Egito e conversei com egiptólogos e estudiosos, acabei ouvindo de um deles: Você não sabe que o Êxodo nunca aconteceu? Não há provas disso”, relata.
Mesmo convicto de que a Bíblia é verdadeira, Mahoney voltou aos EUA com uma “semente de dúvida” crescendo em sua mente. Procurando outros estudiosos, acabou ouvindo de um egipotologista que a arqueologia moderna tem procurado Moisés nos lugares errados e no período de tempo errado.
Segundo Mahoney, a maioria dos arqueólogos insiste que o Êxodo aconteceu na época do faraó Ramsés, por que o texto bíblico afirma que os israelitas paticiparam da construção da cidade de Ramsés [Êx 1:11]. “No entanto, sabe-se que Ramsés viveu perto do ano 1250 a.C, mas não há evidências arqueológicas dessa história naquele período histórico”, destaca.
“Meus amigos arqueólogos me disseram para cavar mais fundo”, continuou ele. “Sob a cidade de Ramsés, havia outra cidade, muito mais antiga, chamada Avaris. Essa cidade estava cheia de pessoas do povo semita. Ela foi uma das maiores cidades de sua época. Ali que achamos, penso eu, os primeiros israelitas. Esse é o padrão que corresponde à história da Bíblia. Não foi na época do faraó Ramsés, mas é no local onde Ramsés construiu sua cidade”.
Avaris vinha sendo escavada há décadas pelo professor Manfred Bietak, que encontrou os restos da estátua de dois metros em 1988. Bietak explica que a palavra “Avaris” não significa nada em egípcio. Mas o termo “hebreu” na língua hebraica antiga é “Ivri”, enquanto “homem” é “Ish”. Em outras palavras, a palavra “Avaris” pode estar relacionada com “Ivri Ish”, ou o “Homem hebreu”, como José foi designado em Gênesis 39:14.
Estátua de José
Uma das maiores surpresas reveladas no documentário “Patterns of Evidence: Exodus” é a descoberta da estátua de um líder semita no Egito, um homem que só poderia ser o José da Bíblia. Ela está no sítio arqueológico de Tell el-Daba e sua data é de aproximadamente 1770 a.C.
“A história de José é sobre como um israelita acabou se tornando um grande líder, o segundo mais poderoso do Egito”, lembra Mahoney. “Em Avaris, a arqueologia mostra que havia um pequeno grupo de pessoas do povo semita. Há essa casa que é típica da região de onde eles vieram. Em cima dessa casa, um palácio foi construído. Eles tinham túmulos atrás desse palácio. Neste palácio havia uma estátua. Claramente era o túmulo de um líder semíta”, destava.
“O interessante é esta estátua ficar junto a um túmulo em forma de pirâmide, algo que só era dado aos membros da realeza. Por que um semita teria isso?”, questiona o cineasta. “Bem, isso coincide com a história, este tipo de prestígio somente José teria recebido”, acredita.
Sua equipe de pesquisadores descobriu um outro paralelo com as Escrituras. “Na história bíblica, José disse que seus ossos devem ser tirados dali quando o povo saísse do Egito. Quando os arqueólogos descobriram este túmulo [do líder semita], viram algo muito incomum: não havia ossos nesta tumba. Os ossos foram retirados. Os ladrões de sepulturas nunca levam os ossos; apenas levam os bens, os ossos não têm valor”, conta Mahoney. O rosto da estátua foi arrancado e há marcas que tentaram derrubá-la. Isso pode ser um indício de que sua presença irritava os egípcios, por motivos óbvios.
A estátua, a tumba e as ruínas do castelo foram amplamente estudadas por especialistas. A revista Bible Archeology dedicou amplo espaço e a conclusão é a mesma de Mahoney.
Importância das provas
O cineasta diz que não queria fazer um documentário cristão, mas algo que pudesse ajudar as pessoas a entenderam melhor a Bíblia. Sua produção foi considerada por Normam Geisler e Joseph Holden – eruditos que já escreveram muitos livros sobre o Antigo Testamento – como um “divisor de águas”.
Mesmo estudiosos seculares, destaca Mahoney, disseram que o filme foi “um dos melhores que eles já viram” sobre este tópico, “embora não concordem necessariamente com tudo”.
O cineasta diz que o filme retrata sua busca honesta pela verdade e permite aos crentes lidarem como perguntas difíceis sobre sua fé.
“É importante que [Êxodo] tenha uma base histórica”, disse Mahoney à WND. “Se essa história não é verdadeira, se é apenas uma alegoria, é um castelo de cartas. Todas as demais histórias na Bíblia são construídas sobre esses relatos. Jesus fala sobre Moisés, o apóstolo Paulo também. Se você não tem um Êxodo histórico, então o que acontece com um Jesus histórico? Está tudo conectado… eu fui e investiguei durante 12 anos com minha equipe, e encontramos evidências para essa história”, comemora.
Arqueólogos afirmam que achado corresponde ao local descrito em 1 Reis
por Jarbas Aragão
Um grupo de arqueólogos cristãos descobriu os portões de uma das fortalezas do rei Salomão, durante escavações no Parque Tamar, sul de Israel. Paul Lagno, que faz parte da equipe, diz que indícios no local confirmam o relato bíblico.
“A Bíblia diz que Salomão construiu uma fortaleza no deserto. Os arqueólogos têm certeza de que encontraram todas as características dos portões de uma delas. O local tem todas características de uma cidade fortificada. Eles acreditam que esta foi construída por Salomão”, assegurou Lagno ao site Breaking Israel News.
Ele lembra que o texto de 1 Reis 9:18, fala sobre Salomão edificar um local no deserto chamado Tamar. “Além disso, os altares pagãos destruídos pelo rei Josias, conforme descrito em 1 Reis 13:3 também foram encontrados, exatamente fora dos portões”.
A doutora Tali Erickson-Gini, arqueóloga da Autoridade de Antiguidades de Israel, que participou da descoberta, acredita que essa escavação descobriu as primeiras fortificações no sítio arqueológico do Parque Tamar, provavelmente erguidas no período do Primeiro Templo. Ela, juntamente com o Dr. James Tabor e o Dr. Yoram Haimi, lideraram a equipe durante cinco dias.
Na verdade, esses portões foram parcialmente descobertos em 1995, pelo Dr. Rudolph Cohen e o Dr. Yigal Israel. Mas eles não tinham fundos para terminar as escavações, por isso encheram o local com areia para ‘proteger’ sua descoberta que pretendiam retomar no futuro. Com esse novo trabalho, a equipe de arqueólogos atingiu a base dos portões, na chamada de “linha de deposição”.
“Estamos trabalhando em partes muito antigas do local, que inclui um portão de quatro câmaras”, enfatiza Erickson-Gini.
O Parque Bíblico de Tamar é um dos mais antigos sítios arqueológicos no sul de Israel e o único na região capaz de mostrar toda a história arqueológica do período abraamico (2000-1300 a.C.) até hoje. Localizado ao longo da Rota das Especiarias, a área teve uma enorme importância para o comércio mundial. Trata-se de uma notável parte da herança judaica da terra de Israel.
A organização cristã Blossoming Rose é responsável pela administração do Parque bíblico de Tamar, fundado pelo Dr. DeWayne Coxon em 1983. Paul Lagno trabalha com a organização desde 2010, com foco na exposição do Pavilhão do Tabernáculo.
Seguindo o que acredita ser o mandamento bíblico de abençoar Israel, a Blossoming Rose investiu milhões de dólares na manutenção do sítio arqueológico desde sua fundação, proporcionando manutenção e segurança. Também ajuda a levar voluntários de todo o mundo para o local, que plantaram milhares de árvores atrás do parque.
Foram os arqueólogos ligados ao governo de Israel que o batizaram de Tamar, por causa das várias passagens bíblicas que se referem à antiga cidade que estava ali. A esperança da Blossoming Rose é que ele seja reconhecido oficialmente como um parque nacional. Isso ajudaria na sua manutenção e atrairia um número grande de turistas de todo o mundo.
Segundo Lagno, as novas descobertas ajudam a lançar luz sobre o Antigo Testamento, que é a base da religião judaica, bem como o fundamento de crenças cristãs.
No último dia 31 de
Outubro, completou-se 500 anos da Reforma religiosa encabeçada por Martinho Lutero,
reforma, que na verdade se tornou um cisma que dividiu o cristianismo ocidental
entre Católicos e Protestantes. Para além das questões religiosas a Reforma à
época em que aconteceu, trouxe várias implicações, ou melhor dizendo,
consequências no contexto das relações sociais e políticas por exemplo.
Pensando justamente nas
consequências da Reforma e no momento atual em que o Brasil tem passado, no
qual a Religião, sobretudo evangélica, tem mergulhado na política nacional,
mídia e também por que não dizer, na educação, resolvemos pensar a Reforma e
seu legado nos dias atuais. Para tal, tentamos construir um momento de debate,
democrático em que pontos de vistas diferentes possam coexistir em harmonia,
daí fazermos uma mesa redonda aberta a toda a comunidade altaneirense e por que
não cidades circunvizinhas.
Os temas a serem
debatidos dentro do contexto da Reforma e suas consequências nos dias atuais,
são política,
religiosidade, gênero e ensino religioso, sendo a mesa composta pelo
Professor de Filosofia da Universidade Regional do Cariri (URCA) Carlos Tolovi,
que é Doutor em Ciências da Religião, pelo ativista do Grupo de valorização
Negra do Cariri (GRUNEC), blogueiro e Especialista em Docência do Ensino
Superior, José Nicolau, e pelo Professor de História e Sociologia da Escola
Santa Tereza, líder do Ministério Nissí, Vinicius Freire. A mesa tem como público alvo, estudantes do
Ensino Médio, professores, pastores e líderes religiosos e acontecerá no auditório
da Fundação Arca, no dia 01/12 a partir das 19:00 horas.
Evento:
MESA REDONDA – 500 ANOS DA REFORMA PROTESTANTE