O que tenho visto na quarentena

Artigo de opinião sobre o envolvimento da Igreja com a política partidária

A RES É PÚBLICA, MAS A COSA É NOSTRA - Por Ed René Kvitz

O pastor da Igreja Batista da Água Branca, publicou em sua página no Facebook primeiro em 2012 e em 2014 em meio às eleições daquele ano, repostou o mesmo. Resolvi postá-lo, pois a meu ver, vivemos um momento igual ou ainda mais profundo no que tange a relação entre a igreja e o Estado. Boa Leitura

Prédio da Assembleia de Deus será hospital de campanhas

Unidade ficará responsável por atendimentos clínicos.

Igreja faz leitura completa da Bíblia em live com mais de 72 horas

Objetivo foi incentivar a leitura bíblica e levantar doações para pessoas necessitadas.

Portal Ubuntu Notícias lança vídeo com mensagens de conforto de líderes religiosos

Diante do atual problema da pandemia do Corona Vírus, a blogueira pediu a líderes religiosos de diferentes fés, que gravassem e enviassem uma pequena mensagem de esperança

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Sermões apenas sobre “saúde e riqueza” deixam fiéis mais deprimidos

Pesquisa mostra que aumentou o número de pessoas que leem a Bíblia apenas para achar "bênçãos"

 

Diferentes teólogos apontam para a ideia bastante comum no chamado “Evangelho da Prosperidade” de que muitas promessas para os pobres e os doentes acabam não se cumprindo, o que gera frustração nos ouvintes.

Uma pesquisa publicada este mês nos EUA concluiu que os fiéis com saúde física precária e baixo nível socioeconômico cada vez mais estão lendo a Bíblia apenas para alcançar “saúde e riqueza”, embora isso muitas vezes acabe fazendo com que se sintam pior.

“À primeira vista, pode parecer óbvio que pessoas com maiores privações em algum aspecto da vida têm maior probabilidade de recorrer às Escrituras para buscar orientação”, destacam os sociólogos Reed DeAngelis, John Bartowski e Xiahe Xu. Eles publicaram os resultados de seu levantamento na revista científica Journal for the Scientific Study of Religion.

Com base nas respostas de 1.500 entrevistados, os pesquisadores descobriram que as pessoas com problemas de saúde eram “28% mais propensas” a procurar promessas sobre saúde nas Escrituras, enquanto aquelas que passam por privações econômicas tinham 62,5% mais probabilidade de buscar “dicar” sobre como obter riqueza. Eles demonstravam que não recorriam à Bíblia por outras razões, como devoção pessoal ou estudo individual.

“Juntas, nossas análises indicam que certos segmentos desfavorecidos da população cada vez mais estão olhando para as Escrituras estritamente como uma busca personalizada para a autoajuda e à exclusão de outras formas de estudo religioso”, relataram os pesquisadores em seu estudo.

De acordo com a análise deles, cerca de 20% das pessoas que declaram ler a Bíblia frequentemente recorreram às Escrituras para ‘revelações’ sobre saúde e 30% para saber o que ela diz sobre a riqueza. Esse é um resultado direto dos sermões que ouvem sobre os temas nas igrejas ou na televisão.

Depressão

Embora seja uma questão complexa, que depende de diferentes contextos, os pesquisadores descobriram que esse tipo de abordagem das Escrituras pode fazer as pessoas se sentirem frustradas e até deprimidas.

“Nossas análises sugerem que a leitura das Escrituras focadas apenas em saúde e cura exacerbou os efeitos adversos, gerando sintomas depressivos. Nossa conclusão é consistente com a literatura já existente sobre o ‘lado negro’ desse enfrentamento espiritual”, escreveram.

As recentes descobertas sobre esses leitores da Bíblia focados em “saúde e riqueza” corroboram com a teoria hermenêutica que aponta para conceitos pré-estabelecidos sobre vivências que afetam a interpretação das Escrituras. Neste caso, as pessoas que enfrentam problemas de saúde ou dificuldades financeiras leem trechos bíblicos buscando respostas com expectativas e suposições específicas, que não se sustentam teologicamente.

Os autores do estudo concluem: “As ideias preconcebidas, comumente enraizadas em experiências pessoais, são necessárias para que se inicie o processo de compreensão mais amplo”.

Uma pesquisa do instituto LifeWay Research, de Nashville (EUA) divulgada em agosto, indica que 69% dos evangélicos acredita que Deus deseja prosperidade financeira dos fiéis.

Ao mesmo tempo, 16% dizem que “é preciso fazer algo para Deus se quiser receber bênçãos materiais em troca” e 38% aprenderam em sua congregação que “seu eu doar mais dinheiro para a Igreja, Deus irá me recompensar”.

Conforme ressalta Scott McConnell, diretor executivo da LifeWay, “um grupo significativo de igrejas ensina que as doações desencadeiam uma resposta financeira de Deus”. E isso influencia a maneira como as pessoas veem seu relacionamento com Deus.

O estudioso acredita que ainda há uma diferença entre o púlpito e os bancos. “Vários líderes evangélicos influentes já condenaram a teologia da prosperidade”, lembra, “mas a maioria dos crentes ainda pensa que existe essa relação direta entre dar dinheiro e receber bênçãos”.
 Fonte: Gospel Prime

 

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Jesus Cristo é o novo super-herói da DC


Revista mostra o Messias trabalhando ao lado de Sun-Man em um universo alternativo


A DC divulgou recentemente quais os lançamentos para 2019. Em março será publicado pelo selo Vertigo a revista “Second Coming” [Segunda Vinda]. Segundo a editora, a história mostra Jesus Cristo sendo enviado para Terra em “uma missão sagrada para aprender a ser o verdadeiro Messias da humanidade”.

Ele trabalhará ao lado de Sun-Man, uma versão do Superman desse universo alternativo. “Quando Cristo retorna à Terra, fica chocado ao descobrir como sua mensagem foi distorcida pela humanidade e se prepara para arrumar as coisas”, diz o release da editora.

O roteiro da revista é de Mark Russell e desenhos de Richard Pace.
Não há previsão que a HQ seja lançada no Brasil.

Fonte: Gospel Prime

 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Estrela de Belém na verdade era alinhamento planetário, diz estudo

Professor de Astrofísica investigou o assunto por mais de 10 anos

Estrela de Belém

por Jarbas Aragão

De acordo com o Novo Testamento, os magos saíram do Oriente para visitarem o rei que nascia após detectarem nos céus uma estrela de brilho raro. Conhecida como “Estrela de Belém”, ela apareceu no céu e indicou o local onde estava do recém-nascido Jesus.
Contudo, após mais de 10 anos de estudo, Grant Mathews, professor de Astrofísica Teórica e Cosmologia no Departamento de Física da Universidade de Notre Dame, acredita que o que foi descrito como uma estrela na verdade era um raro alinhamento planetário.
O professor não quer dizer com isso que a Bíblia esteja errada, apenas que a percepção do povo que descreveu o evento é diferente do que realmente acontecia no céu. A nova pesquisa divulgada por ele mostra como estiveram envolvidos o Sol, a Lua, os planetas Júpiter e Saturno, além da constelação de Áries.
Ele analisou registros históricos, bíblicos e astronômicos – que nada tem a ver com astrologia – para constatar que no ano 6. a.C. realmente houve uma rara formação planetária.
“Astrônomos, historiadores e teólogos ponderaram sobre a questão da chamada ‘Estrela de Natal’. Questionavam onde e quando ela apareceu; como realmente era e porque, entre os bilhões de estrelas no céu, qual teria brilhado intensamente naquele dia”, sublinha Mathews em nota. “Usamos a astrofísica moderna para tentar explicar um dos maiores eventos astronômicos da História”, justifica.
O fato dele ter conseguido demonstrar que isso ocorreu no ano seis a.C. apenas fortalece a narrativa bíblica, pois a data está dentro do período que os teólogos acreditam ter sido o nascimento de Jesus. A data é imprecisa por que o calendário adotado na Idade Média era baseado em uma perspectiva hoje considerada equivocada.
Durante esse alinhamento específico, explica Mathews, o Sol, a Lua, Júpiter e Saturno estavam na constelação de Áries. Naquele ano, o sol passou pela constelação por volta de 20 de março. Era o Equinócio vernal, data que marca o início da primavera no hemisfério norte, quando o dia e a noite têm a mesma duração.
Segundo antigas tradições do povo judeu, cada elemento do céu possui um simbolismo. Para os magos, a presença de Júpiter e da lua significavam o nascimento de um rei com um destino especial, o Messias. Saturno sobre Áries durante o Equinócio era o símbolo de vida.
O alinhamento ocorreu sobre Áries, símbolo da terra de Israel, por isso eles foram até sua capital, Jerusalém. “Os Magos teriam visto a luz no Leste e reconhecido que isso simbolizava um nascimento real na Judeia”, sublinha Matthews, que está trabalhando em um livro onde esmiuçará todos esses anos de estudo sobre o assunto.
De acordo com o astrônomo, que fez diversas simulações, esse alinhamento é um evento extremamente raro e só poderia ser visto novamente em milhares de anos. Mesmo se ocorresse, o equinócio vernal não estaria em Áries. Segundo seus cálculos, que chegam a 500 mil anos no futuro, o pesquisador confirma que nenhum alinhamento como o da Estrela de Belém poderia ser encontrado, o que faz dele um evento único.
Outros astrônomos e estudiosos já propuseram teorias sobre o fenômeno no passado. Afirmaram que seria um cometa, a junção do brilho de dois planetas, um meteoro ou a passagem da lua em frente de Júpiter. A maioria desses explicações não estavam de acordo com a percepção do antigo Oriente Médio, onde, por exemplo, o cometa era um símbolo de mau agouro, mais associado com a morte de um rei do que com o nascimento de um.
Conforme o astrofísico cristão Jason Lisle, que já escreveu sobre o assunto no site criacionista Answers in Genesis: “É perfeitamente aceitável que Deus tenha usado um fenômeno celestial para anunciar o nascimento de Cristo, afinal ‘Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos (Salmos 19:1).”
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

360 WayUp: empresa celebra o crescimento e relembra conquistas de 2018

Além dos inúmeros sucessos que foram vistos nas telonas, projetos culturais também fizeram parte dos êxitos deste ano.
O último mês do ano chegou e nada mais comum do que olhar para os meses antecedentes e relembrar as inúmeras conquistas obtidas e desafios que foram vencidos. Com 3 anos de atuação no mercado cinematográfico cristão, a 360 WayUp tem alçado voos cada vez mais altos, que são visíveis através dos resultados de cada ação, campanha ou projeto idealizados.

Prova desse crescimento foi a série de filmes com princípios cristãos que foram lançados nas telonas brasileiras. Em 2018, a 360 WayUp, através da parceria com distribuidoras como Universal Pictures, Sony Pictures, Paris Filmes, Califórnia Filmes e Imagem Filmes, levou mais de 2 milhões de brasileiros às salas de cinema para assistir aos filmes “Maria Madalena”, “Paulo, Apóstolo de Cristo”, “Eu Só Posso Imaginar”, “Deus Não Está Morto - Uma Luz na Escuridão”, “Sansão” e “Entrevista com Deus”.

Para Ygor Siqueira, CEO da empresa, o sucesso das campanhas de lançamento dos filmes cristãos que chegam ao Brasil só acontece porque o público e parceiros acreditam e confiam no trabalho que a equipe da 360 realiza.

"Acredito que a cada ano e lançamento que passa, a Igreja de Cristo entende o quão poderoso é termos filmes com princípios cristãos nos cinemas, nas plataformas digitais e em todos os segmentos de distribuição. Sou grato a Deus porque Ele levantou a 360 WayUp e toda equipe para avançarmos cada vez mais com o cinema cristão e impactar vidas por meio dessas mensagens. Minha oração é que continuemos nessa missão de conquistar cada vez mais.", afirma Ygor.

Além de promover os filmes, a 360 também acredita que é preciso falar sobre cultura, cinema e intensificar a visão cristã dentro desse nicho. Ao pensar dessa maneira, em maio de 2018 foi realizado o primeiro Encontro Cultural de Economia Criativa Cristã, com o objetivo de fomentar o setor e atrair incentivos e parcerias potenciais para o mercado. O encontro reuniu cerca de 200 pessoas, entre elas o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão e Christian de Castro, diretor-presidente da ANCINE - Agência Nacional de Cinema.

Outro projeto que a empresa investiu este ano foi a Expo Cristã em São Paulo. Pela primeira vez a 360 WayUp montou um stand no evento, que atraiu diversos nomes da música gospel e líderes de ministérios relevantes no país, além de levar o público a conhecer quem é a 360, o que faz e quais projetos impulsionou ao longo destes três anos.
Stand da 360 Way Up na Expo Cristã foi visitado por vários nomes da música gospel, como Leonardo Gonçalves
Para a 360 WayUp, o ano de 2018 pode ser resumido em uma palavra: multiplicação. Foi um tempo de multiplicação de ideias, projetos, parcerias, contatos e de oportunidades para fomentar a relevância dos valores cristãos dentro do cinema brasileiro. Exemplos disso foram as premiações que recebeu neste ano.

Em setembro, Ygor Siqueira foi homenageado pela Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro com a Medalha Tiradentes, maior condecoração do estado, pelo relevante serviço prestado à causa pública carioca, pelos seus feitos realizados através da 360 WayUp. No início de dezembro, no Festival Internacional de Cinema - FICC, a estatueta foi concedida à empresa, em parceria com a Pure Flix e California Filmes (produtora e distribuidora do filme, respectivamente), pelo longa “Em Defesa de Cristo”, venceu na categoria “Melhor Filme Estrangeiro”.

Dois mil e dezoito trouxe diversas vitórias para a empresa e alavancou o potencial do cenário cinematográfico cristão, mas a proposta para 2019 é que seja um ano para ir além, um momento para novos sonhos e alvos e conquistas, como comenta Ygor Siqueira.

“A cada ano Deus direciona uma palavra rhema que norteia a 360 WayUp. Depois de 2018, com inúmeros projetos que foram iniciados, 2019 vai ser o ano de conquistar e avançar ainda mais. Tenho a convicção de que o melhor está por vir e faremos o melhor com cada oportunidade que tivermos de realizar produções, lançamentos de filmes, eventos e projetos que alavanquem o Evangelho de Cristo na terra. Conseguimos realizar muitas coisas em apenas 3 anos, porém, há muito mais a ser feito e, por isso, a união de todos é fundamental para que o Evangelho continue avançando por meio da sétima arte.”, conclui o CEO.
"Em Defesa de Cristo" foi premiado na categoria Melhor Filme Estrangeiro no FICC

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Novas descobertas arqueológicas no Mar Morto revelam manuscritos bíblicos

Entre os anos 1947 e 1956 foi realizada uma das maiores descobertas arqueológicas da era moderna, no sítio arqueológico de Qumran, no Mar Morto, quando pesquisadores desenterraram milhares de fragmentos de cerca de 900 manuscritos, considerados os mais antigos do mundo.
Atualmente, uma nova expectativa foi criada ao ser anunciado pelos arqueólogos Randall Price e Oren Gutfeld, da Universidade Hebraica de Jerusalém, que pelo menos mais duas cavernas já foram identificadas no mesmo local.

O motivo da empolgação que invade a comunidade científica não é por acaso. Isso, porque, os manuscritos que já foram encontrados e traduzidos confirmaram fatos históricos, por exemplo, narrados pela Bíblia, sendo de grande importância histórica.
“Nessa caverna que foi roubada por beduínos, há 40 anos, já encontramos potes, invólucros e possíveis fragmentos de pergaminho”, disse Randall Price à National Geographic.
Às cavernas já são chamadas de 53b e 53c, embora ainda não tenha sido escavadas completamente. O ápice da pesquisa seria coletar mais dados históricos precisos acerca dos acontecimentos da antiguidade, o que pode incluir fatos narrados pela Bíblia.
“Nossa esperança é que, se continuarmos cavando, vamos atingir nosso objetivo”, acrescentou Price.
Na primeira descoberta, cerca de 70 anos atrás, foram identificados trechos dos livros de Gênesis, Êxodo, Levítico, Deuteronômio, Samuel, Ruth, Reis, Miqueias, Neemias, Jeremias, Joel, Josué, Juízes, Provérbios, Números, Salmos, Ezequiel e Jonas.
Entre os fragmentos traduzidos, um dos mais significativos é o trecho em que Deus faz promessas ao seu povo, no livro de Levítico, como está escrito:
“Se você andar de acordo com as minhas leis, guardar os meus mandamentos e implementá-los, então eu concederei chuvas a seu tempo, de modo que a terra será produtiva, com as árvores do campo e os seus frutos”, diz o trecho.
Fonte: Gospel Mais

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