O que tenho visto na quarentena

Artigo de opinião sobre o envolvimento da Igreja com a política partidária

A RES É PÚBLICA, MAS A COSA É NOSTRA - Por Ed René Kvitz

O pastor da Igreja Batista da Água Branca, publicou em sua página no Facebook primeiro em 2012 e em 2014 em meio às eleições daquele ano, repostou o mesmo. Resolvi postá-lo, pois a meu ver, vivemos um momento igual ou ainda mais profundo no que tange a relação entre a igreja e o Estado. Boa Leitura

Prédio da Assembleia de Deus será hospital de campanhas

Unidade ficará responsável por atendimentos clínicos.

Igreja faz leitura completa da Bíblia em live com mais de 72 horas

Objetivo foi incentivar a leitura bíblica e levantar doações para pessoas necessitadas.

Portal Ubuntu Notícias lança vídeo com mensagens de conforto de líderes religiosos

Diante do atual problema da pandemia do Corona Vírus, a blogueira pediu a líderes religiosos de diferentes fés, que gravassem e enviassem uma pequena mensagem de esperança

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Descoberta igreja construída onde Jesus chamou Pedro de ‘a rocha’

 

Descoberta igreja bizantina de cerca de 400 d.C. escavada por arqueólogos no norte de Israel, no local onde Jesus chamou Pedro de 'rocha' . (Foto: Yaniv Cohen)

Uma das primeiras igrejas em Israel foi descoberta na Reserva Natural de Banias, um sítio arqueológico localizado no sopé do monte Hermon, no norte de Israel.

A rara igreja bizantina de cerca de 400 d.C. foi construída na região em que Jesus fez um chamado a Pedro, dizendo: “Você é Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Hades não poderão vencê-la. Eu lhe darei as chaves do Reino dos céus (…)” (Mateus 16:18-19).

De acordo com o site Times of Israel, a igreja foi construída no topo de um templo da era romana dedicado ao deus grego Pã. Os construtores cristãos daquele século adaptaram o templo pagão para atender à nova religião.

O professor Adi Erlich, da Universidade de Haifa, anunciou a descoberta em um vídeo em hebraico. Ele acredita que igreja foi construída em homenagem ao chamado de Pedro — que aconteceu na região chamada de “Cesaréia de Filipe” no tempo de Jesus.

A localização da escavação é considerada única por combinar uma falésia, uma gruta e uma nascente. Um terraço foi construído na antiguidade a partir do desabamento de parte da formação rochosa sobre a qual o templo foi construído.

Erlich disse que por volta do século 3 a.C, a adoração ao deus Pã começou perto da caverna e da fonte. O templo foi construído por volta de 20 a.C. e tornou-se um importante centro cristão a partir de 320 d.C.

Em determinado momento de sua existência, a igreja foi danificada por um terremoto, mas foi reformada no século 7.

O chefe de patrimônio e arqueologia da Autoridade de Parques e Natureza de Israel, Dr. Iosi Bordowicz, disse que o Parque Nacional de Banias está repleto de uma impressionante arqueologia, que se espalhou desde o período romano até a era dos cruzados.

Bordowicz disse que os achados serão conservados e disponibilizados para os milhares de turistas que costumam visitar as cachoeiras do parque.

Fonte: Guia-me com informações de Time of Israel

Retirado do Site Folha Gospel

503 anos da Reforma Protestante: 12 momentos-chave para entender seu impacto na história da igreja

 

Martinho Lutero pregou suas teses na porta da igreja de Wittenberg

O Dia da Reforma Protestante celebra o movimento iniciado por Martinho Lutero e suas 95 teses nas portas da Igreja do Castelo de Wittenberg, na Alemanha, em 31 de outubro de 1517. Neste sábado (31), cristãos ao redor do mundo celebram 503 anos do acontecimento que mudou a história da igreja.

Confira abaixo 12 momentos-chave para entender o impacto da Reforma, publicados pela BBC History Magazine por Diarmaid MacCulloch, professor de História da Igreja na Universidade de Oxford.

 1º  1517: Lutero confronta o Papa

Martinho Lutero, um devoto frade agostiniano e professor universitário em Wittenberg, na Saxônia, norte da Alemanha, lança um ataque às indulgências, que a Igreja Católica exige dos fiéis para encurtar o tempo no purgatório após a morte, antes de entrar no céu. Ele descreve uma crítica em 95 teses para questionar a teologia de salvação adotada pela Igreja.

Para a surpresa de Lutero, sua iniciativa desperta entusiasmo em toda a Alemanha. Descobrindo um dom para a comunicação popular — apesar de não ter publicado praticamente nada antes — ele começa a escrever uma série de panfletos e livros explicando suas ideias. A hierarquia da igreja ocidental vê isso como uma ameaça à sua autoridade. Os dois lados falam com propósitos opostos: Lutero sobre salvação, as autoridades sobre obediência.

 2º  1519: Reforma se espalha pela Suíça

Em Zurique, na Suíça, centenas de quilômetros ao sul de Wittenberg, um proeminente sacerdote chamado Huldrych Zwingli começa a pregar por meio da Bíblia. Sua mensagem de que só Deus está encarregado da salvação também desafia o ensino oficial da igreja em uma ampla frente. Ele desencadeou uma Reforma em Zurique, depois em muitas partes da Suíça e do sul da Alemanha — uma reforma que é paralela à de Lutero, mas não idêntica a ela, e não respeita de forma alguma a autoridade de Lutero.

 3º  1520: Roma condena a desobediência de Lutero

A esta altura, Lutero e as autoridades de Roma estão em rota de colisão. Enquanto ele reforça a visão bíblica sobre a salvação, ecoando os escritos do apóstolo Paulo e Agostinho de Hipona, os líderes católicos ficam furiosos por Lutero não obedecer às ordens de se calar.

O papa emite um pronunciamento solene (uma ‘bula’) condenando Lutero e sua desobediência. Lutero o destrói em uma demonstração pública e escreve três obras clássicas estabelecendo uma estrutura alternativa do pensamento cristão, centrada na ‘justificação pela fé’. Ele afirma que a fé é um dom de Deus por meio da graça e que esta é a única maneira de ganhar a salvação. Não há nada que a igreja possa acrescentar a isso, muito menos a imposição de indulgências.

 4º  1521: Lutero permanece firme diante do imperador

Convocado para se encontrar com o Sacro Imperador Romano, Carlos V, na cidade alemã de Worms, Lutero não quis recuar. “Não posso fazer outra coisa, esta é a minha posição”, disse ele. O imperador honrosamente apoia uma promessa de salvo-conduto à assembleia romana e então Lutero parte como um homem livre.

Apesar de desafiar o papa e o imperador, Lutero recebe o apoio de muitos governantes locais na Alemanha. O Eleitorado da Saxônia, formado por apoiadores, planeja proteger Lutero de novos ataques por meio de um “sequestro” encenado e, em reclusão no castelo eleitoral de Wartburg, Lutero começa a traduzir a Bíblia para o alemão. Isso terá uma grande influência na maneira como o alemão é falado. Amante da música, Lutero também começa a escrever hinos em alemão.

 5º  1525: Milhares de rebeldes são massacrados

A agitação provocada pela mensagem de Lutero resultou em rebeliões por parte de extremistas em grande parte do Sacro Império Romano — começa então a Guerra dos Camponeses, na qual os rebeldes são brutalmente esmagados.

Lutero, horrorizado com o uso extremista de sua mensagem, apóia a dura repressão contra os rebeldes. Há uma desilusão popular com sua postura, e ele passa a confiar mais na classe governante para promover sua versão da Reforma. Os apoiadores das rebeliões levam seus pensamentos em direções mais radicais, rejeitando o consenso cristão sobre a Trindade ou a relação estreita entre o governo e igreja. Eles procuram respostas anteriores, mais bíblicas.

Seus oponentes, católicos e protestantes, os condenam e muitas vezes os perseguem, os rotulando como ‘anabatistas’ (‘rebatizadores’), uma vez que sua proposta é que apenas crentes adultos sejam batizados, e não crianças.

 6º  1530: Protestantes lutam entre si

Quando a assembleia romana se reúne em Augsburgo, os apoiadores políticos de Lutero (já apelidados de “protestantes”) convencem Carlos V a considerar duas declarações de fé da Reforma: uma dos luteranos e outra inspirada nos reformadores suíços. Carlos não aceita nenhuma das duas, mas a declaração luterana permanece como a ‘Confissão de Augsburgo’, e a cisão entre luteranos e protestantes não-luteranos (mais tarde conhecidos como protestantes ‘reformados’) se torna permanente.

Os protestantes reformados e sucessores de Huldrych Zwingli colocam muito mais ênfase do que Lutero no pecado da idolatria e destroem as imagens nas igrejas — Lutero rapidamente decide que esta é uma má ideia. Eles também têm uma visão diferente sobre a Santa Ceia. Os reformados têm uma visão simbólica do pão e do vinho eucarístico, negando que estes são transformados no corpo e no sangue de Cristo em um sentido literal. Consequentemente, eles rejeitam a teologia da eucaristia como um sacrifício chamado de ‘missa’, enquanto Lutero sustenta grande parte da antiga cerimônia da missa.

Lutero e Zwingli encontram-se em Marburg em 1529 para oficializar sua ruptura. Por outro lado, os dois grupos dentro do protestantismo concordam em duas coisas: que o papa é o inimigo de Deus e que o clero não é uma casta privilegiada marcada pelo celibato; portanto, como os leigos, eles poderiam se casar. 

 7º  1536: Calvino atinge os reformadores

Um exilado religioso francês, João Calvino, chega à cidade de Genebra, já experimentando uma Reforma caótica, e se torna um líder religioso proeminente na cidade suíça. Superando muita oposição, ele estabelece sua própria Reforma, recebendo apoio de um grande número de companheiros exilados. Genebra se torna um centro importante no protestantismo reformado ao lado de Zurique.

Calvino coloca uma ênfase especial na disciplina e no governo da igreja, e os resultados são admirados em toda a Europa, marcada pela desordem e violência pública. Os colegas de Calvino também encorajam uma nova forma de fazer música, muito diferente da dos luteranos: é baseada exclusivamente em textos da Bíblia, principalmente os 150 Salmos de Davi. Eles são expressos em versos e melodias simples para todos cantarem. 

Com a mudança na forma de prestar adoração a Deus, os salmos cantados se tornam um poderoso símbolo dos protestantes reformados, transcendendo as fronteiras locais e culturais.

 8º  1555: Carlos V negocia paz com os luteranos

Após nove anos de guerra na Europa central, Carlos V e a nobre família Habsburgo são forçados a reconhecer a existência oficial do luteranismo. Em outros lugares, os Habsburgos tentam proteger e revitalizar o catolicismo. Este acordo chamado ‘Paz de Augsburgo’ não menciona o Protestantismo Reformado, embora nas próximas décadas algumas regiões do império tenham governantes reformados. 

Esse silêncio cria instabilidade e incerteza na política religiosa da Europa central. Por volta de 1600, a Escandinávia e a maior parte do norte da Alemanha tornam-se luteranos, mas as igrejas reformadas foram estabelecidas em países como Escócia, Inglaterra, Transilvânia (Romênia) e partes da Polônia e Lituânia.

 9º  1558: A nova rainha da Inglaterra busca o meio-termo

Elizabeth I sucede ao trono inglês e decide com o parlamento em 1559 manter o Acordo de Religião durante seu reinado de 45 anos. Desde a ruptura de seu pai, Henrique VIII, com a obediência papal em 1533, o reino britânico oscilou entre a atitude ambígua de Henrique em relação à Reforma, o apoio aberto de seu filho Eduardo VI à Reforma e a reintrodução do catolicismo romano por sua filha Maria.

Elizabeth é uma protestante cautelosa, mas seu clero e conselheiros se movem com entusiasmo para continuar a trajetória protestante reformada da igreja de Eduardo. Não há muito que ela possa fazer sobre, além de proibir qualquer nova promulgação oficial de mudança religiosa. Ela insiste em manter não apenas os bispos, mas as catedrais e instituições eclesiais em funcionamento.

Isso deixa uma mensagem dupla para a teologia da Igreja da Inglaterra: é Católica ou Protestante? A questão nunca foi resolvida.

A igreja é unida por uma Bíblia inglesa comum (após nove décadas de traduções, na versão King James de 1611). Desta igreja inglesa cresceu o ‘anglicanismo’, enquanto os protestantes ingleses que não puderam aceitar o acordo de 1662 formaram as igrejas livres.

 10º  1563: Bispos lançam a Contra-Reforma

Um conselho de bispos católicos romanos reunido em Trento, no norte da Itália, é encerrado após uma série de sessões iniciadas em 1545. O conselho conseguiu restaurar a autoconfiança e a estrutura da velha igreja ocidental após o golpe da Reforma.

Enquanto surgem grupos na transformação religiosa do sul da Europa, que não conseguiram encontrar um lugar na Reforma Protestante, as promulgações do conselho alimentam a identidade da ‘Contrarreforma’, ou Reforma Católica, apoiada pelo poder dos monarcas — particularmente na França, Polônia e no Sacro Império Romano. 

O catolicismo, com a expansão portuguesa e espanhola na América, África e Ásia, torna-se a primeira religião mundial, apoiada decisivamente pelo poder militar contra outras religiões onde as autoridades espanholas e portuguesas se estabelecessem.

 11º  1607: Protestantes colonizam a América do Norte

A primeira colônia inglesa a sobreviver permanentemente na América do Norte é estabelecida em Jamestown (em homenagem ao atual rei, Jaime VI e I; embora a colônia tenha se chamado Virgínia, em homenagem à Virgem Rainha Elizabeth). O estabelecimento da colônia anuncia a expansão do protestantismo de língua inglesa de uma pequena ilha para se tornar uma expressão mundial da fé cristã. 

Virgínia tem o prazer de estabelecer uma religião oficial, que é uma versão da Igreja da Inglaterra. Mas ao norte, uma costa chamada de “Nova Inglaterra” é fundada por pessoas profundamente insatisfeitas com o que consideram os compromissos papistas da Igreja inglesa.

 12º  1618–19: Europa vive uma guerra destrutiva

Um sínodo da Igreja Reformada Holandesa se reúne em Dordrecht para definir o que a Igreja acredita sobre os meios de salvação, depois que uma violenta controvérsia teológica e política resultou na vitória dos que proclamam a crença na predestinação divina. Representantes de outras igrejas reformadas comparecem, incluindo da Inglaterra, tornando este sínodo o mais próximo de uma reunião internacional que as fragmentadas igrejas reformadas já tiveram. Nem todos os Protestantes Reformados aceitam isso e seguem suas próprias direções — uma tendência no protestantismo reformado.

Após o fim da Guerra dos Trinta Anos que diversas nações europeias travaram entre si, em 1648, os territórios protestantes em toda a Europa são muito reduzidos, mas muitos europeus estão adoentados pela violência religiosa e exploram como a razão pode ser aplicada à crença religiosa de forma menos dogmática. Seus esforços moldam uma perspectiva que em breve é chamada de “Iluminismo”.

Fonte: Guia-me com informações de History Extra

Retirado do site Folha Gospel

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Geólogos de Jerusalém acreditam ter encontrado pregos usados para crucificar Jesus

 Aryeh Shimron descobriu que os cravos eram os mesmos tirados do sítio de Caifás e foram usados na crucificação.



Fragmentos de pregos e madeira antiga podem ser os mesmos usados para a crucificação de Jesus Cristo, acredita Aryeh Shimron, o  geólogo aposentado de Jerusalém que liderou um novo estudo sobre esses fragmentos. Os fragmentos foram encontrados durante uma escavação em 1990.

Os achados faziam parte de uma escavação realizada no cemitério do sumo sacerdote Caifás, um dos responsáveis pelo complô para matar Jesus, segundo relato do Novo Testamento.

Na época, os estudiosos chegaram a rejeitar a sugestão, já que não acreditavam que os pregos encontrado pelo cineasta israelense Simcha Jacobovici fossem os mesmos da tumba de Caifás.

Aryeh Shimron fez um estudo aprofundado sobre o material e agora afirma que os pregos realmente foram usados na crucificação de alguém, já que há muitas evidências de material humano em fragmentos microscópios analisados.

“Dentro da ferrugem e sedimentos presos às unhas, também identificamos e fotografamos uma série de fragmentos microscópicos de osso”, disse ele.

Segundo o Jerusalém Post, ele afirma haver evidências científicas poderosas de que os pregos foram realmente usados para crucificar alguém. “Eu acredito que a evidência científica de que os pregos foram usados ​​para crucificar alguém é realmente poderosa”, disse Shimron.

Essa não é a primeira vez que achados arqueológicos são apontados como tendo uma conexão com Jesus Cristo, já que outros materiais já foram divulgados como tendo ligação com a famosa crucificação, mas que acabaram sendo considerados falsos, enquanto outros foram considerados sagrados.

“Se você olhar para toda a história – histórica, textual, arqueológica – todos parecem apontar para esses dois pregos envolvidos em uma crucificação”, disse Jacobovici. “E uma vez que Caifás está associado apenas à crucificação de Jesus, você coloca dois mais dois juntos e eles parecem indicar que estes são os pregos.”

A Autoridade de Antiguidades de Israel, que supervisionou a escavação em Jerusalém, diz que não há evidências que não deixam sombra de dúvidas de que a tumba era o local de sepultamento de Caifás. Eles também disseram que os pregos são comumente encontrados em tumbas.


“Não há dúvida de que o talentoso diretor Simcha Jacobovici criou um filme interessante com um verdadeiro achado arqueológico em seu centro, mas a interpretação apresentada nele não tem base em achados ou pesquisas arqueológicas”, disse a Autoridade de Antiguidades de Israel.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Pesquisa aponta que apenas 14% dos fiéis estão indo aos templos

 Maior percentual dos que frequentam igrejas ou templos são da região Centro-Oeste.



Igreja vazia por causa do coronavírus. (Reprodução / Instagram)

Uma pesquisa realizada pelo PoderData mostra que 45% dos brasileiros que seguem alguma crença religiosa estão acompanhando os cultos pela TV ou internet durante a pandemia da covid-19, evitando o templo por causa da doença.

A pesquisa também revelou que outros 30%, que também professoram crenças religiosas, não estão frequentando os cultos nem acompanhando pela TV ou internet, praticando sua  em casa. Outros 14% estão indo às igrejas ou templos para acompanhar os cultos. E 5% disseram que estão praticando sua fé de outras maneiras.

O PoderData é a divisão de estudos estatísticos do Poder360 e a divulgação foi feita em parceria com o Grupo Bandeirantes. Os dados foram levantados pela equipe durante os dias 12, 13 e 14 do mês de outubro, através de ligações.

Para a pesquisa foram entrevistadas 2.500 pessoas em 503 municípios, nas 27 unidades da Federação, com margem de erro de 2 pontos percentuais. Os dados também foram analisados de forma demográfica, possibilitando maiores esclarecimentos sobre o público.

Entre os jovens religiosos ou com alguma fé e os desempregados ou sem renda fixa, são 57% que afirmam assistir cultos pela TV ou internet.

A maior proporção dos fiéis que frequentam igrejas ou templos estão concentrados na região Centro-Oeste, com percentual de 36%.

Fonte: Gospel Prime

A Paixão de Cristo: Sequência será “o maior filme da história”, afirma ator

 Filme não tem data para o seu lançamento.


O diretor Mel Gibson, que surpreendeu o mundo com o filme “A Paixão de Cristo” (2004), está preparando seu retorno com uma sequência da história bíblica. Segundo o ator Jim Caviezel, que viveu Jesus Cristo, o projeto deverá se tornar “o maior filme da história”.

Ele declarou ao USA Today que apesar de não poder revelar algumas coisas sobre a sequência, a expectativa em torno da produção são as melhores. O ator afirma que será um ótimo filme e que todos devem assisti-lo quando houver o lançamento.

“Tem algumas coisas que não posso dizer, que chocarão a audiência. É ótimo, fiquem ligados! Não vou dizer aonde Gibson vai com esse filme, mas posso revelar que o filme será o maior da história”, disse.

A Ressurreição

Durante entrevista ao pastor Greg Laurie, o diretor Mel Gibson disse que a sequência não receberá o nome de “A Paixão de Cristo 2″, mas sim ” A Ressurreição”.

“O filme trata de um assunto muito delicado, e nós não queremos apenas fazer uma apresentação simples da Bíblia. Vamos mostrar de uma maneira diferente o que aconteceu”, afirmou.

Gibson afirmou que convidou o roteirista Randall Wallace, indicado ao Oscar, para ajudar na sequência, o que deverá garantir uma boa continuação.

“Vamos explorar significados mais profundas da história, e Randall Wallace está à altura da tarefa. Ele é um escritor brilhante, e um grande diretor. Ele dirigiu “O Céu É de Verdade” e outros grandes filmes”, concluiu.

Em entrevista recente, Wallace afirmou que os dois estão trabalhando juntos na história, que mostrará a ressurreição de Jesus Cristo.

A dupla já colaborou junto em “Coração Valente” (1995) e no inédito “Hacksaw Ridge” (2016).

Fonte: Gospel Prime

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