O que tenho visto na quarentena

Artigo de opinião sobre o envolvimento da Igreja com a política partidária

A RES É PÚBLICA, MAS A COSA É NOSTRA - Por Ed René Kvitz

O pastor da Igreja Batista da Água Branca, publicou em sua página no Facebook primeiro em 2012 e em 2014 em meio às eleições daquele ano, repostou o mesmo. Resolvi postá-lo, pois a meu ver, vivemos um momento igual ou ainda mais profundo no que tange a relação entre a igreja e o Estado. Boa Leitura

Prédio da Assembleia de Deus será hospital de campanhas

Unidade ficará responsável por atendimentos clínicos.

Igreja faz leitura completa da Bíblia em live com mais de 72 horas

Objetivo foi incentivar a leitura bíblica e levantar doações para pessoas necessitadas.

Portal Ubuntu Notícias lança vídeo com mensagens de conforto de líderes religiosos

Diante do atual problema da pandemia do Corona Vírus, a blogueira pediu a líderes religiosos de diferentes fés, que gravassem e enviassem uma pequena mensagem de esperança

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Ben-Hur: Por que 70 vezes 7?


O filme Ben-Hur estreia, na próxima semana (18/08), nos cinemas do Brasil e coloca em xeque um tema comentado, aproximadamente, 37 vezes nos textos bíblicos, o perdão. Segundo Timur Bekmambetov, diretor do longa, “esta é uma incrível história contemporânea, pois ainda temos os mesmos problemas. Somos ambiciosos e acreditamos que a competição é a única maneira para desenvolver o mundo, enquanto eu penso que a colaboração é a solução para nossos conflitos. E Ben-Hur enfatiza o valor do perdão sobre a vingança”.
O produtor Sean Daniel, complementa ao dizer que “esta é a primeira vez queBen-Hur é feito para o mundo inteiro, pois os emocionantes temas do filme, vingança contra perdão, são eternos. Os conflitos que os personagens experimentam são identificáveis atualmente, como eram no tempo de Roma ou em 1880, quando Lew Wallace escreveu o romance. É a natureza humana e esta não muda”.
No entanto, se formos nas Escrituras Bíblicas, no livro de Mateus, Jesus deixa claro sua visão sobre o perdão, quando o apóstolo Pedro se aproxima de Cristo e faz a seguinte pergunta: “’Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?’ Jesus respondeu: "Eu lhe digo: não até sete, mas até setenta vezes sete’”. Logo, tal afirmação ecoou pelo mundo e trouxe o maior símbolo de perdão e amor, com a crucificação de Cristo. A produção Ben-Hur apresenta os exemplos de Yavé de forma singular, ao demonstrar que o amor liberta e a ira mantém o ser humano escravo da amargura.
“A ideia de se chegar ao ponto de ‘O que fizemos um com o outro?’ e conseguir perdoar, era um tema muito poderoso e a força impulsionadora da decisão de fazer isso. O que nos levou de volta para a fonte original do romance de Lew Wallace”, relembra o produtor Joni Levine.
Portanto, a proposta do filme é mostrar que o ato do perdão não é fácil, mas uma atitude necessária.
Com informações da 360 WayUp

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Descoberta arqueológica na China pode comprovar dilúvio bíblico

Inundação catastrófica ocorreu no vale do Rio Amarelo, cerca de 4.000 anos atrás.
por Jarbas Aragão

Alguns cientistas estão afirmando que as recentes descobertas no Vale do Rio Amarelo, na China, oferecem evidência sobre o dilúvio descrito na Bíblia.
Os ossos de crianças descobertos no local revelam que as crianças parecem ter ficado presas em meio a uma grande inundação. Testes datam as ossadas por volta do ano 2.000 a. C, que seria consistente com a época que cientistas e historiadores calculam que o dilúvio de Noé ocorreu.

O apologeta bíblico e cientista Ken Ham, conhecido pelo Museu da Criação e a réplica da Arca em tamanho natural, lembra que a China, como muitas culturas, tem como tradição uma história sobre um grande dilúvio.

“Quer sejam índios americanos ou povos fijianos, havaianos, esquimós, aborígines australianos… indo até os babilônios, existem lendas sobre dilúvios em culturas de todo o mundo”, sublinhou Ham.
Ele sabe que muitos cientistas negarão o fato que essas crianças no vale do Rio Amarelo foram atingidas pelo dilúvio narrado em Gênesis.
“Há milhares de metros de sedimentos de Dilúvio em todo o globo. São evidência de um dilúvio global catastrófico. Os cientistas não estão dispostos a olhar para isso porque foram doutrinados a acreditar que foram se acumulando ao longo de milhões de anos”, esclarece Ham.
Para ele, a falta de vontade de aceitar as verdades espirituais leva muitas pessoas a ficarem cegas para as verdades científicas.

Explicação da ciência

Segundo o estudo divulgado pela revista Science, arqueólogos e geólogos liderados por Qinglong Wu, da Universidade de Pequim, encontraram comprovações que uma inundação catastrófica ocorreu no vale do Rio Amarelo, cerca de 4.000 anos atrás. Ao mesmo tempo, foi descoberto nas margens da extinta represa um sítio arqueológico de importante significado histórico.
As provas inegáveis de que uma grande inundação ocorreu há quatro milênios estariam relacionadas com o mito de fundação da primeira dinastia chinesa, a Xia. O relato antigo dá conta que o imperador Yu foi um “grande salvador, que ganhou bênção celestiais” após a dragagem de canais, que escoaram a água.
Até recentemente, outras pesquisas haviam documentado a segunda (Shang) e a terceira dinastia (Zhou), mas a Xia ainda era considerada uma lenda, gerando dúvidas que realmente tivesse existido.
Agora, os estudiosos afirmam que o dilúvio foi provocado por um terremoto, que levou o rio Amarelo a formar uma barragem em Jishi. Quando essa barragem cedeu, a inundação ao longo do planalto tibetano foi catastrófica. Estima-se que o nível de água subiu 38 metros. Tal fenômeno durou entre seis e nove meses, estendendo-se por 2 mil quilômetros ao longo do rio Amarelo. Com informações de Christian Headlines
Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 9 de agosto de 2016

5º Aniversário do Ministério Nissí - Sendo Igreja, Manifestando o Reino

Graça e Paz a todos, é com muita alegria que divulgamos o evento denominado "5º Aniversário do Ministério Nissí".


Cartaz do Evento
O Ministério Nissí completou cinco anos de criação no dia 5 de Julho, são  cinco anos buscando manifestar o Reino de Deus em Altaneira, através de evangelismo, cultos e ações. Desde a criação do Ministério Nissí, estabelecemos dois eventos anuais, o "Encontro do Ministério Nissí" e as comemorações de seu aniversário. Sempre procurando edificar vidas, convidamos pregadores que tenham alguma relação conosco, ou que preguem o evangelho de maneira simples e verdadeira.

Entendendo o papel da Igreja na nossa sociedade e a necessidade da Igreja SER Igreja, definimos como tema da comemoração do nosso quinto aniversário o tema: "Sendo Igreja, Manifestando o Reino", que será ministrado pela querida Melissa Guimarães da Igreja de Cristo Salinas em Fortaleza e também líder do ministério Em Sua Presença também de Fortaleza. Os Louvores serão ministrados pelo Ministério Em Teu Santuário da Comunidade Família Viva, de Santana do Cariri. Ore por este momento e se possível se faça presente, sem sombra de dúvida que Deus edificará sua vida!


DADOS DO EVENTO:    

NOME: 5º ANIVERSÁRIO DO MINISTÉRIO NISSÍ
TEMA: SENDO IGREJA, MANIFESTANDO O REINO
DATA: 27 DE AGOSTO DE 2016
HORÁRIO: 19:00 HORAS
LOCAL: AUDITÓRIO DA ESCOLA 18 DE DEZEMBRO - RUA JOSÉ PIO DE OLIVEIRA,SN - ALTANEIRA - CE
MINISTRAÇÃO DA PALAVRA: MELISSA GUIMARÃES - FORTALEZA - CE
MINISTRAÇÃO DO LOUVOR: EM TEU SANTUÁRIO - SANTANA DO CARIRI - CE

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Ben-Hur ganha novo trailer oficial Cristão.

Na última quarta-feira (03/08), foi lançado o novo trailer cristão do filme Ben-Hur, que traz à tona princípios fundamentais e imutáveis da palavra de Cristo, como o “amor” compartilhado por Jesus (Rodrigo Santoro) na trama.




A avant-première do longa reuniu mais de 800 pessoas nesta segunda-feira (01/08), em São Paulo, entre personalidades e líderes cristãos que conferiram a produção ao lado dos atores Rodrigo Santoro e Jack Huston em um momento de grande emoção.
Pe. José Roberto, Padre da Arquidiocese de Nossa Senhora da Consolação e Coordenador Setorial de Paróquias da Arquidiocese de São Paulo.
Segundo, o Pe. José Roberto, Padre da Arquidiocese de Nossa Senhora da Consolação e Coordenador Setorial de Paróquias da Arquidiocese de São Paulo, “o filme Ben-Hur é uma releitura atualizada e moderna, ao mesmo tempo, com pinceladas muito intensas entre os gestos e ensinamentos de Cristo, nessa relação entre os personagens. Vale destacar a atuação dos atores
Jack Huston (Ben-Hur) e Toby Kebbell (Messala) que conseguiram transmitir valores em grande parte perdidos na contemporaneidade, como a união familiar, provando que a ganância e o erro podem destruir um lar. Portanto, eu indico esse belo filme para os cristãos e todos que buscam princípios, não apenas de uma reestruturação familiar, mas de paz, justiça e a oportunidade de um recomeço”.
Outro ponto marcante do longa Ben-Hur, são as escolhas que realizamos ao longo da vida e que impactam não apenas nossa trajetória, mas diretamente à todas as pessoas ao nosso redor, como acontece com os dois irmãos que vivem uma rivalidade, que pode ser mortal.
Pe. Luiz Claudio Braga, Coordenador Arquidiocesano da Pastoral de Comunicação da ARQ SP.
“A história da nossa vida pode ter um final feliz ou trágico, pois somos protagonistas de nossa própria trajetória, e, isso é o que demonstra o filme Ben-Hur. No entanto, o encontro com Cristo que acontece nessa incrível produção muda a vida desses dois irmãos rivais, e, serve de testemunho do amor de Deus para o ser humano.  Além de, provar
que quando temos um encontro real com Cristo, nunca mais seremos o mesmo”, destacou o Pe. Luiz Claudio Braga, Coordenador Arquidiocesano da Pastoral de Comunicação da ARQ SP.
Brenda, cantora cristã foi à premiere do filme Ben-Hur em SP.
A cantora Brenda, vencedora do concurso Jovens Talentos do Programa Raul Gil, concorda e faz um convite especial ao público à ir aos cinemas no dia 18 de agosto para assistir ao longa ao dizer, “eu assisti ao filme Ben-Hur na première e convido a todos a assistirem essa produção maravilhosa que vai abençoar à muitos”.
Com informações da 360 WayUp. Confiram o trailer a baixo:

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Brasil sediará projeto de tradução da Bíblia revolucionário

Software usará oralidade para oferecer as Escrituras a 800 mil ciganos
por Jarbas Aragão 

A língua oficial do Brasil é o português, mas existem mais de duas centenas de etnias que falam línguas nas quais a Bíblia não está disponível. A língua calon, também chamada de chibi, possui até o momento somente a tradução do Livro de Rute.
O projeto em andamento para verter o Novo Testamento no idioma, iniciado em 2012, ainda não foi concluído.
A missão Amigos dos Ciganos explica que já existem igrejas evangélicas entre esse povo no país, mas eles carecem de conhecer a Palavra de Deus em sua própria língua. Na verdade, o idioma cigano é de ensino proibido na maioria dos acampamentos, por isso a tradução passará a ser feita com métodos que utilizam a oralidade.
Com cerca de 800 mil falantes, essa língua foi escolhida como a primeira a usar um software que pode revolucionar o processo de tradução bíblica. Chamado de Render, ele poderá ajudar a disponibilizar o Livro de Gênesis dentro de um ano.
De acordo com a agência de notícias ASSIST, esse novo tipo de programa utiliza uma técnica de renderização que agiliza o processo, facilitando o acesso para as culturas orais. Segundo Jonathan Huguenin, vice-presidente da Comes By Hearing [A Fé Vem pelo Ouvir], falantes nativos já receberam um treinamento e trabalharão em parceria com missionários estrangeiros, ligados à Seed Company, uma afiliada da Wycliffe Bible Translators; além de três organizações missionárias brasileiras.
Os membros da etnia Calon estão espalhadas por todo o Brasil. Eles descendem de ciganos que imigraram da Europa a partir do século 16 para escapar da Inquisição. Sempre foram vítimas de preconceito, muitas vezes deixando de enviar os filhos à escola para se proteger de agressões. Por isso, uma parcela deles é analfabeta.
Robin Green, coordenador do projeto Render, está confiante no sucesso. Em nota, ele disse “Ver esse trabalho foi um dos momentos mais gratificantes da minha vida”. Lembra ainda que existem mais de 1.800 culturas orais como os Calon – totalizando perto de 1 bilhão de pessoas – que não têm a Bíblia em sua própria língua. Acredita que o sucesso do projeto no Brasil pode ser significativo para se alcançar muitos outros.
A mudança se deve ao fato de que, historicamente, os tradutores da Bíblia sempre tiveram de criar uma linguagem escrita para estes grupos étnicos, antes de pensar em gravar uma Bíblia em áudio que as pessoas pudessem usar. O processo de tradução sempre demora anos. Os tempos mudaram e até as tecnologias mais avançadas estão amplamente difundidas.

O missionário Ralph Hill, que trabalha como consultor de tradução oral na Seed Company, comemora: “Agora é possível traduzir e gravar em primeiro lugar. Se desejarem, poderão imprimir mais tarde.” Sendo assim, o processo todo é acelerado muitas vezes, sem comprometer a sua integridade.
Fonte: Gospel Prime

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