O pastor da Igreja Batista da Água Branca, publicou em sua página no Facebook primeiro em 2012 e em 2014 em meio às eleições daquele ano, repostou o mesmo. Resolvi postá-lo, pois a meu ver, vivemos um momento igual ou ainda mais profundo no que tange a relação entre a igreja e o Estado. Boa Leitura
Diante do atual problema da pandemia do Corona Vírus, a blogueira pediu a líderes religiosos de diferentes fés, que gravassem e enviassem uma pequena mensagem de esperança
O Jurista e blogueiro Raimundo Soares Filho, administrador do Blog de Altaneira, postou na manhã de ontem dia 02/01 o levantamento sobre a audiência da blogosfera altaneirense no ano de 2018, a postagem mostra que juntos, os blogs altaneirenses somaram 1.700.000 visualizações, o que é sem sombra de dúvidas uma marca expressiva. No que diz respeito ao nosso blog, o texto aponta um total de 68.711 visualizações no ano de 2018 sendo o quinto blog em ordem de visualizações do ranking correspondente apenas ao ano de 2018, já no que diz respeito ao total de visitas, também ficamos também em quinto lugar no ranking da blogosfera altaneirense, com um total de 372,855 visitas em todo o tempo de existência do blog.
Segue abaixo, a postagem do blog de Altaneira:
"O
levantamento sobre a audiência da blogosfera altaneirense mostra que houve algumas
alterações no cenário anterior, mas outros permaneceram iguais, por exemplo: os
administradores do Blog da Rádio Altaneira FM e o Blog Mandibulla, assim como
no ano passado não disponibilizaram seus contadores de visualizações o que
impede o levantamento, Blog de Altaneira mais uma vez foi o mais visualizado no
ano e o Blog Negro Nicolau ficou em segundo lugar. A novidade é que o Blog
Prof. Paulo Robson subiu para a terceira colocação e o recém lançado Palavras
do Itim já aparece na relação.
A
audiência do Blog A Pedreira também prejudicada, pois no último dia do ano
estava fora do ar, sendo contabilizada a contagem último mês de setembro.
Confira
os 10 Blogs mais visualizados em 2018:
01
- Blog de Altaneira: 889.492 visualizações;
02
- Blog Negro Nicolau: 455.937 visualizações;
03
- Blog Prof. Paulo Robson: 129.085 visualizações;
04
- Blog A Pedreira: 93.172 visualizações;
05
- Blog Ministério Nissí: 68.711 visualizações;
06
- Blog Vereador Prof. Adeilton: 31.019 visualizações;
07
- Blog da Escola Santa Tereza - 17.920 visualizações;
08
- Blog Palavras do Itim: 11.057 visualizações;
09
- Blog Esporte é Vida: 9.726 visualizações;
10
- Blog Vale do São Romão: 7.205 visualizações.
Apesar
da não contabilização dos acessos dos blogs da Rádio Altaneira FM e do
Mandibulla a soma total dos 10 blogs mais visualizados em Altaneira superam a
marca de 1.700.000 visualizações.
Em
relação ao acumulado dos acessos desde o lançamento de cada blog também não houve
grandes algumas alterações, confiram:
01
- Blog de Altaneira: 4.011.812 visualizações;
02
- Blog Negro Nicolau: 2.128.762 visualizações;
03
- Blog Paulo Robson: 856.198 visualizações;
04
- Blog A Pedreira: 500.012 visualizações;
05
- Blog Ministério Nissí: 372.855 visualizações;
06
- Blog Vereador Prof. Adeilton: 152.074 visualizações;
07
- Blog da Escola Santa Tereza: 91.785 visualizações;
08
- Blog da Câmara Municipal de Altaneira: 58.470 visualizações;
09
- Blog Esporte é Vida: 43.620 visualizações;
10
- Blog Vale do São Romão: 18.422 visualizações."
O
ano de 2018 foi um ano em que os denominados evangélicos se
destacaram muito a nível nacional, esse destaque não
necessáriamente é positivo, o mesmo, vem muito ligado às eleições
deste ano e a eleição do próximo presidente da República Jair
Messias Bolsonaro, que teve apoio de quase a totalidade dos adeptos
deste segmento religioso.
Na
contramão deste destaque, estamos nós, 2018 foi o ano desde a
criação e/ou surgmimento do Ministério Nissí, em que menos
atuamos, seja através de evangelismos ou ação social, fizemos
apenas um evento, relacionado ao 7º aniversário do Ministério
Nissí, o mesmo, ocorreu no calçadão da Praça Manoel Pinheiro de
Almeida, de forma simples, sem som, apenas com violão, todos
sentados no chão, compartilhando a Palavra. A ministração foi do
pastor Alexandre Santana, da Igreja batista Caminhos da Vida de Nova
Olinda – Ce, o pastor Alexandre também ministrou o louvor.
Infelizmente,
2018 não foi um ano produtivo para nós do Ministério Nissí, como
dito anteriormente, e vários foram os motivos, trabalho, estudos,
vida pessoal dos membros do Ministério, isso demonstra a necessidade
de uma reflexão acerca do mesmo, do que nós priorizamos, apesar de
termos realizado apenas uma ação, estamos firmes, e esperamos no
próximo ano, voltar a realizar um trabalho que faça a diferença na
vida daqueles que necessitam.
Ano foi marcado por importantes trabalhos de escavação na Terra Santa
As descobertas arqueológicas nos ajudam a entender melhor a Bíblia e
conhecer melhor detalhes sobre pessoas, eventos e cultura. O ano de 2018
foi marcado por uma série de achados importantes, que colaboram para o
aumento do nosso conhecimento do mundo bíblico e o início do
cristianismo.
Lembra as 10 descobertas da arqueologia bíblica mais importantes, segundo especialistas. 10) Inscrição “Jerusalém” em coluna antiga Foto: Autoridade de Antiguidades de IsraelOs
especialistas da Autoridade de Arqueologia de Israel (AAI) revelaram
uma descoberta que contraria os argumentos sobre ausência de registros
sobre Jerusalém fora da Bíblia. Trata-se de um bloco de pedra com uma
inscrição de 2 mil anos de idade onde se lê “Jerusalém” em hebraico.
Ela
foi achada em uma escavação embaixo do Centro de Convenções de
Jerusalém (Binyanei Ha’Uma) durante a reforma de uma estrada. A peça
arqueológica passará a ser exibida ao público no Museu de Israel, em
Jerusalém.
O breve texto, que diz “Hananiah, filho de Dódalos de
Jerusalém”, é o mais antigo em hebraico com o nome da cidade de forma
completa e como se pronuncia hoje. Isso mostra, mais uma vez, que
tratava-se de uma cidade judaica.
A pedra de 80 centímetros de
altura fazia parte de uma coluna de um edifício romano. A inscrição
aramaica utiliza letras do hebraico caraterístico da época do Segundo
Templo. Especialistas afirmam que pertence ao período do reinado de
Herodes, o Grande. 9) Romã de argila encontrada em Tel Shiloh Ancient Shiloh Visitors’ CenterTel
Siló, o local onde o Tabernáculo e a Arca da Aliança ficaram entre a
conquista da Terra Prometida por Josué e a construção do Templo em
Jerusalém. Nas escavações recentes foi encontrada romã de barro.
Nas
Escrituras, a romã é um símbolo de prosperidade e uma decoração comum
no templo (1 Reis 7:18; 2 Reis 25:17), e pequenas decorações de romã
eram presas à bainha das vestes dos sacerdotes (Êxodo 28:33). 8) Inscrições de Esar-Hadom encontradas no santuário de Jonas Foto: Jéremy AndréEm
2014, o Estado Islâmico explodiu o túmulo do profeta Jonas na cidade
iraquiana de Mosul. O santuário, agora destruído, estava situado em um
monte, onde os arqueólogos encontraram os restos de um palácio do rei
assírio Esar-Hadom. O nome do rei é referenciado em inscrições
descobertas em túneis que só puderam ser visitados após a tentativa de
destruição pelos extremistas.
O Antigo Testamento faz referência a
Esar-Hadon, filho de Senaqueribe (1 Reis 19: 36-37; Isaías 37: 37-38), o
rei que devastou grande parte do reino de Ezequias em Judá e sitiou
Jerusalém, mas sem sucesso. Acredita-se que Esar-Hadon reinou de 681 a
669 a.C. Os arqueólogos descobriram nas ruínas de seu palácio registros
que mostram como foram os últimos dias do reino da Assíria, que viveu
quase um século antes de Jonas. 7) Alfabeto semita encontrado no Egito Foto: Nigel StrudwickA
história bíblica constantemente passa pela história da escrita, como
ilustrado por uma peça de calcário descoberta em 1995 em um túmulo na
margem oeste do Nilo, em Luxor. O egiptólogo Thomas Schneider, da
Universidade da Colúmbia Britânica, decifrou os inscritos e anunciou
este ano que é trata-se de uma das primeiras versões do alfabeto
semítico.
A tumba escavada remonta a 1450 aC, período em que viveu
Moisés, de acordo com a cronologia bíblica. Sugere que, quando “Moisés
escreveu todas as palavras do Senhor” (Êxodo 24: 4), não foi o único a
escrever usando a escrita semítica no Egito naquela época. 6) Tumba da família real em Megido Autoridade de Antiguidades de IsraelUm
túmulo cananeu escavado em Tel Megido e revelado no início deste ano
apresentou novas informações sobre os habitantes de uma das mais antigas
e importantes cidades antigas da região. Os arqueólogos se admiraram
que a tumba de 3.700 anos ainda estava intacta, sendo possível
identificar os restos mortais de um homem, uma mulher e uma criança,
todos adornados com joias de ouro e prata.
Com esse achado, os
arqueólogos esperaram aprender muito mais sobre a cultura cananéia
existente em Israel durante a época dos patriarcas. Algumas semanas
atrás, foi relatado que o resíduo em um dos jarros do túmulo foi
identificado como baunilha, algo que não se sabia ter sido usado naquela
época. A descoberta ilustra o robusto comércio de especiarias do mundo
antigo. 5) Peso de ‘beka’ do Monte do Templo Foto: Eliyahu Yanai, City of DavidUm
peso de pedra minúsculo extremamente raro datado do período do rei Davi
foi descoberto em escavações feitas em Jerusalém esta semana. O texto
de Êxodo 38:26 fala sobre o “beka”, que equivaleria a “meio siclo,
conforme o siclo do santuário”.
A peça pesa cerca de 5 gramas. O
shekel bíblico pesava 11,33 gramas. A peça em questão traz inscrita em
hebraico antigo a palavra “beka”. Estava em meio ao “entulho” retirado
de escavações nas fundações do Muro Ocidental.
Embora outras peças
de pedra semelhantes foram descobertas em Israel no passado, nenhuma
delas tinha essa inscrição exata. O arqueólogo Eli Shukron, que dirigiu
as escavações em nome da Autoridade de Antiguidades de Israel, explica
que esta “beka” era uma medida de peso do período do Primeiro Templo
usado por peregrinos para calcular seu imposto de meio shekel antes de
subir ao Monte do Templo para fazer sacrifícios. 4) Impressão do selo do governador de Jerusalém Autoridade de Antiguidades de IsraelEnquanto
limpavam poeira entre pedras em um antigo muro de Jerusalém,
arqueólogos descobriram um título bíblico até então não atestado pela
arqueologia, “governador da cidade”. Isso estava claramente visível num
selo de selo de argila. A imagem mostrava duas figuras frente a frente e
a inscrição.
O governador da cidade, que seria como um prefeito
moderno, é mencionado em 2 Reis 23: 8, onde o autor lista um homem
chamado Josué como governador da cidade nos dias de Ezequias, e em 2
Crônicas 18:25, onde o autor observa Amom como “governador da cidade”
nos dias de Jeosafá. 3) Assinatura do profeta Isaías na impressão do selo Autoridade de Antiguidades de IsraelOutra
impressão de selo revelada em 2018 traz o nome de um dos mais
importantes profetas do Antigo Testamento, Isaías. Acredita que
originalmente dizia “Isaías, o profeta”, mas como falta uma letra no
final, não está claro se ela realmente se refere a um nome pessoal.
Na
pequena peça, com menos de um centímetro, a observa-se a figura do que
parece ser um cordeiro e a frase “motivo de bênção e proteção encontrado
em Judá, particularmente em Jerusalém”. Contudo, por estar quebrada,
precisa ser melhor estudada antes de um “veredito” final. A esperança é
encontrarem o pedaço restante ou outra igual.
Na sua porção
legível, há uma inscrição com as letras hebraicas usadas no período do
Primeiro Templo, que parecem soletrar l’Yesha’yah [Pertence a Isaias].
Na linha abaixo, há a palavra parcial nvy, que significaria “profeta”.
“Como
a bula está ligeiramente danificada no final da palavra nvy, não se
sabe com certeza se originalmente terminava com a letra hebraica aleph,
escrevendo a palavra hebraica para ‘profeta’ e não restaria dúvida que
aquele era o selo usado como a assinatura do profeta Isaías”, esclarece a
arqueóloga da Universidade Hebraica Dra. Eilat Mazar. 2) A cabeça da estátua de um rei bíblico de Abel Beth Maacah Foto: Gabi LaronUma
minúscula escultura de 2.800 anos foi encontrada na antiga cidade de
Abel Beth Maacah, no norte de Israel. Medindo apenas 5 centímetros, não
há nome ou inscrição. As maiores possibilidades é que seja a imagem do
rei Acabe (de Israel; 1 reis 16), o rei Hazael (de Aram-Damasco; 1 Reis
19:15) e o rei Etbaal (de Tiro 1 Reis 16:31).
As Escrituras não
fornecem detalhes sobre a fisionomia dos monarcas, mas a cabeça retrata
um homem com longos cabelos negros, barba e com uma faixa amarela e
preta, que seria a coroa. Seus olhos amendoados escuros e a expressão no
rosto é séria. 1) Anel de Pôncio Pilatos Foto: Autoridade de Antiguidades de IsraelEm
1968, um importante sítio arqueológico de Israel foi escavado. Na
Fortaleza de Heródio foram encontradas várias peças, mas uma delas
trazia uma inscrição impossível de ser decifrada. Um anel de dois mil
anos ficou “esquecido” no depósito de um museu até que, em novembro de
2018, uma equipe da Universidade Hebraica decidiu analisá-lo melhor,
usando novas tecnologias.
Os cientistas limparam o anel usando
técnicas avançadas de fotografia e de laser, conseguiram realçar as
letras. Puderem então ver, em grego, a inscrição “de Pilatos”. Trata-se
do mesmo governante romano citado nos Evangelhos.
No anel também
consta a imagem de uma de ânfora, usada para armazenar vinho ou água,
segundo os pesquisadores, que publicaram o trabalho na revista
científica Israel Exploration Journal.
O nome Pilatos não era
comum na época. Tudo indica que fosse o anel usado por ele como um tipo
de carimbo oficial. Quando Jesus foi crucificado, Pôncio Pilatos era uma
espécie de prefeito romano da Judeia.
Uma igreja vem contando com a colaboração de outras congregações para
realizar um culto que já dura dois meses. A iniciativa, que já é
tratada como o mais longo culto já realizado, não tem intenção de bater
recordes, mas de proteger uma família de membros de serem deportados.
O templo da Igreja Bethel é o palco dessa celebração sem precedentes,
que conta com ministrações conduzidas também por sacerdotes da Igreja
Protestante da Holanda e de outras denominações. O motivo é simples:
como a lei impede que as autoridades interrompam o culto para deter a
família Tamrazyan, que corre risco de deportação, o iniciado às 13h30 do
dia 26 de outubro, culto não pode parar.
De acordo com o jornal The New York Times,
a família ganhou o apoio da comunidade cristã e de seus pastores para
evitar que seja deportada de volta para a Armênia, onde o patriarca
sofre risco de morte por conta de seu ativismo político. Eles vivem na
Holanda há nove anos, fugidos do país de origem, mas não se chegou a uma
alternativa legal para que se garanta sua permanência, e seu pedido de
asilo foi negado.
A imprensa de todo o mundo vem relatando o curioso caso do culto
interminável, sempre pontuando que a estratégia adotada pela comunidade
cristã na Holanda explora uma saída legal para proteger o pai, a mãe e
os três filhos, de 14, 19 e 21 anos.
Um ponto ainda não esclarecido pelas pessoas que vêm dando suporte à
família envolve as ameaças à família. Até hoje não se apontou quem
seriam os envolvidos na suposta perseguição e quais são os
posicionamentos políticos adotados pelo patriarca ao custo da própria
vida.
Enquanto isso, a comunidade cristã se organizou com escala de
horários a serem cumpridos, com muitas pessoas comparecendo em momentos
alternados a fim de garantir que o culto continue ininterruptamente.
“Existem mais de 450 pastores, sacerdotes, diáconos e líderes religiosos
de todo o país, e de todas denominações, que pediram para fazer parte
da escala de serviços religiosos”, contou o pastor da Bethel, Axel
Wicke.
A estratégia da igreja recebeu, inclusive, apoio de cristãos de
outros países. “Tivemos ajuda até do exterior, houve sermões em inglês,
francês e alemão. Isso nos comoveu muito. Muitas vezes vejo um pastor
entregar o púlpito a outro, de denominação diferente, com a qual o
primeiro nada teria a ver em termos litúrgicos”, enfatizou.
Theo Hettema, presidente do Conselho Geral dos Ministros
Protestantes, disse que a igreja queria criar um diálogo com o governo
sobre o dilema desta família. “Fazemos o que sempre fazemos: um culto na
igreja, mas depois continuamos — assim como a necessidade de ser
apoiado é contínua. Fazemos isso para encorajar esta família a mostrar
que estamos com eles como Igreja, que existe um Deus que não deixa
ninguém desamparado”.
Deus quer que cuidemos das crianças, especialmente as que precisam de lar, justifica pastor.
Há três anos, uma rede composta pelas igrejas Crow River em Delano,
Mercy Hill em Minnetonka e Woodridge em Medina, nos Estados Unidos,
começou a fazer um trabalho conjunto que trouxe impacto positivo para a
vida de muitas crianças e famílias destas igrejas cristãs. Elas entraram
no desafio da adoção, ideia lançada pelo pastor Aaron Sorenson com
objetivo de diminuir a quantidade de crianças que aguardam por novos lares.
Com a meta de adotarem 50 crianças em 5 anos, hoje, passados três
anos do lançamento do desafio, a rede já encontrou lar para 43 delas.
“Nós apenas vemos claramente dentro das escrituras que Deus quer que
cuidemos das crianças e especialmente das crianças que precisam de
lares", disse Aaron Sorenson, pastor da Igreja Crow River. Ele e a
esposa Kristen começaram sua jornada de adoção anos atrás e neste Natal
puderam comemorar os filhos Jonas de dois anos e Lany de cinco meses.
De acordo com o pastor, existem cerca de 4.000 igrejas em Minnesota
e, no momento, há 1.000 crianças em adoção em todo o estado. “Se uma
família de cada quatro igrejas pudesse adotar uma criança, não haveria
mais necessidade”, calculou. Foi assim que nasceu a ideia por trás do
Desafio de Adoção da Rede da Igreja de Aspen Grove.
Desafio conjunto
O pastor conta que refletiu sobre o processo de adoção e como foi
difícil no começo tentar resolver sozinho, por isso ele acredita que é
preciso facilitar os processos para aqueles que se dispõem a criar uma criança órfãou
sem família. “À medida que avançávamos, notávamos que havia mais
pessoas dentro de nossas igrejas que estavam pensando em adoção”, disse
Sorenson.
Ele conta que começou a discutir a história de sua família com os
outros dois pastores em sua rede de igrejas, que também trabalhavam com
processos próprios de promoção da adoção. Os três pastores logo tiveram
uma ideia: desafiar as famílias dentro de suas congregações para que 50
crianças fossem adotadas em cinco anos.
Desafio aceito, o pastor John Walt da Mercy Hill Church em Minnetonka
disse que abriu o caminho ao adotar duas crianças de um orfanato. “Para
mim, parece que estamos realmente fazendo o que estamos destinados a
fazer”, disse ele. “Eu acho que isso é o que realmente significa ser a
igreja”.
Apesar do êxito do projeto, o pastor Sorenson disseu que não saber
quando chegarão ao cumprimento da meta de 50 adotados. “Mas uma vez que
conseguirmos, continuaremos. Acho que não queremos que isso seja algo em
que dizemos: 'Oh, fizemos isso. Conseguimos isso. Agora vamos fazer
outra coisa’. Isso é algo que se tornou parte do DNA da nossa igreja e é
algo que sempre faremos”.